Livro sobre legado de Peter Messitte reforça diálogo jurídico entre Brasil e EUA
A Biblioteca Ministro Victor Nunes Leal, do Supremo Tribunal Federal, sediou nesta quarta-feira (20) o lançamento do livro “Estudos em Homenagem a Peter J. Messitte”.
A obra presta homenagem ao juiz norte-americano Peter Messitte, conhecido por fortalecer o intercâmbio jurídico entre Brasil e Estados Unidos.
Livro reúne juristas e magistrados brasileiros
O livro foi organizado pelo ex-ministro do STF Carlos Velloso, em parceria com o desembargador federal Flávio Jardim, o juiz auxiliar Marcus Vinícius Onodera e os juristas Carlos Henrique Caputo Bastos e João Carlos Banhos Velloso.
Além disso, a publicação reúne artigos escritos por magistrados, advogados e acadêmicos brasileiros em reconhecimento à trajetória de Messitte.
Ministros do STF participaram do evento
Prestigiaram a cerimônia os ministros Edson Fachin, Gilmar Mendes e Dias Toffoli.
Durante a abertura, Fachin destacou a contribuição de Peter Messitte para o fortalecimento da cooperação jurídica internacional.
Segundo o presidente do STF, o magistrado norte-americano defendia valores como segurança jurídica, previsibilidade das decisões e eficiência judicial.
Além disso, Fachin afirmou que Messitte enxergava o direito como uma ponte entre diferentes culturas e sistemas jurídicos.
Carlos Velloso destacou relação de Messitte com o Brasil
O ministro aposentado Carlos Velloso lembrou a forte ligação do juiz norte-americano com o Brasil.
Segundo ele, Messitte ajudou a ampliar o reconhecimento internacional do Judiciário brasileiro e defendia a independência judicial em encontros internacionais.
Já Dias Toffoli definiu o homenageado como um “diplomata judicial” por incentivar programas de intercâmbio entre magistrados brasileiros e norte-americanos.
Obra destaca cooperação jurídica internacional
O livro aborda diferentes aspectos da trajetória de Peter Messitte, principalmente sua atuação em favor do direito comparado e da cooperação internacional.
Além disso, a publicação ressalta o compromisso do magistrado com o fortalecimento das instituições democráticas.
Peter Messitte morreu em 2025 e deixou como legado a defesa do diálogo entre sistemas jurídicos de diferentes países.
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