Obrigatoriedade do Benefício Social volta a ser pauta da Faciet
O presidente da Federação das Associações Comerciais e Industriais do Tocantins (FACIET), Fabiano do Vale, voltou a se reunir com lideranças, na tarde desta quarta-feira, 23, no intuito de buscar soluções para os empresários do Estado acerca da obrigatoriedade do Benefício Social. Mais de 30 associações já se posicionaram contra a medida.
Sobre o benefício, Fabiano do Vale foi taxativo. “Precisamos pensar objetivamente sobre esta obrigatoriedade e nos posicionar. Continuamos abertos ao diálogo para que nós, empresários, sejamos ouvidos. É preciso que todas as associações estejam unidas para a elaboração de estratégias que nos dêem espaço para a defesa da classe empresarial do Tocantins”, afirmou o presidente.
Críticas à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT)

Firmada entre os sindicatos laborais e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Tocantins (Fecomércio), a CCT 2017/19, obriga, no item 24, que empresários repassem o valor de R$ 20 por funcionário a empresa privada “Benefício Social Familiar”. Para a Faciet, a obrigatoriedade é indevida, uma vez que as empresas podem contratar esse benefício para os seus colaboradores. A decisão tira o direito de negociação dos empresários.
O encontro reuniu o presidente da Associação Comercial e Industrial de Palmas (ACIPA), Joseph Madeira; o 1º vice-presidente da Acipa, Iranilson Ferreira Mota; Silvan Portilho, presidente da CDL Palmas; Gilberto Fernandes, Tesoureiro da Acipa; Pedro Quixabeira, presidente da Associação Comercial de Miracema; além da presidente da Associação Tocantinense de Supermecados (Atos), Maria Fátima de Jesus.

