TJTO inicia prova oral de concurso para juiz substituto com 73 candidatos

O Tribunal de Justiça do Tocantins deu início à fase de prova oral do VI Concurso para Juiz Substituto. A sessão pública definiu a ordem de arguição dos 73 candidatos habilitados, marcando uma das etapas mais importantes da seleção.
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O Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) realizou, na segunda-feira (14), a sessão pública que definiu a ordem de arguição da prova oral do VI Concurso Público para Provimento de Cargos de Juiz Substituto.
Com isso, o Judiciário tocantinense iniciou uma das fases mais importantes do certame. A comissão organizadora conduziu o sorteio em sessão pública e transmitiu todo o procedimento ao vivo.
Além disso, a comissão retirou do sorteio os números dos seis candidatos que não compareceram à sessão. Os números excluídos foram 3, 17, 36, 45, 59 e 60.
Provas acontecem entre os dias 15 e 17 de julho
A ordem definida no sorteio orientará as arguições entre os dias 15 e 17 de julho de 2026, nos turnos da manhã e da tarde.
No primeiro dia, os candidatos devem chegar às 9h. Em seguida, a banca iniciará as arguições às 9h30, no Tribunal Pleno do TJTO.
Ao todo, 73 candidatos conquistaram vaga na prova oral.

Autoridades acompanharam a abertura da sessão
A sessão contou com a participação da presidente do TJTO, desembargadora Maysa Vendramini Rosal, do presidente da Comissão de Concurso, desembargador Eurípedes Lamounier, além dos desembargadores Angela Haonat, Adolfo Amaro Mendes e Hélvia Túlia.
Também participaram a coordenadora de concursos da Fundação Getulio Vargas (FGV), Caroline Pires Santana, e o secretário da comissão, José Ribamar.
Presidente destaca transparência do concurso
Durante a abertura da sessão, a presidente do Tribunal de Justiça destacou a importância da fase oral e ressaltou o compromisso da instituição com a transparência em todas as etapas da seleção.
“Este é um momento significativo do certame, que marca o início de uma das etapas mais relevantes da seleção, resultado de um processo conduzido com rigor técnico, transparência e respeito absoluto aos princípios que regem a administração pública”, afirmou a desembargadora Maysa Vendramini Rosal.
Além disso, ela parabenizou os candidatos classificados pela dedicação demonstrada ao longo do concurso.
“Chegar até a prova oral representa uma conquista importante, fruto de muito estudo, disciplina e preparo. Desejo que cada um possa realizar sua arguição com serenidade, confiança e equilíbrio, demonstrando não apenas o conhecimento jurídico adquirido, mas também os atributos indispensáveis ao exercício da magistratura”, destacou.

Comissão reforça compromisso com os candidatos
O presidente da Comissão do Concurso, desembargador Eurípedes Lamounier, deu as boas-vindas aos participantes e desejou sucesso aos candidatos, tratando-os como futuros colegas da magistratura.
Segundo ele, a prova oral contará com 73 candidatos habilitados, distribuídos por turnos conforme o sorteio realizado.
Além disso, Lamounier afirmou que o Tribunal de Justiça e a Fundação Getulio Vargas atuaram em conjunto para assegurar a transparência do processo e o respeito aos direitos dos candidatos.
“A Fundação Getulio Vargas tem sido a grande parceira no sentido de possibilitar que todas as demandas fossem acolhidas, de modo que não sobrevenha qualquer prejuízo para os candidatos”, ressaltou.

Comissão examinadora reúne magistrados de diferentes tribunais
Nesta fase, a comissão examinadora é formada por magistrados com atuação em diferentes tribunais brasileiros.
Entre os integrantes estão a desembargadora Ana Maria Pereira de Oliveira (TJRJ), o desembargador Guilherme Couto de Castro (TRF2), a desembargadora Leila Maria Rodrigues Pinto de Carvalho e Albuquerque (TJRJ), o desembargador Murilo André Kieling Cardona Pereira (TJRJ) e o juiz federal Vlamir Costa Magalhães.
Por fim, o concurso seguirá para as últimas fases previstas no edital. Depois disso, o Tribunal de Justiça homologará o resultado final e convocará os aprovados conforme a necessidade da instituição.

