DPE-TO realiza visita técnica no Centro Especializado em Reabilitação de Colinas
A Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) realizou nesta terça-feira, 11, uma visita técnica no Centro Especializado em Reabilitação Auditiva e Intelectual (CER) IV, de Colinas do Tocantins, a 264 km de distância da Capital. A unidade atua como um centro de referência para mais de 20 municípios da região norte do estado.
A ação foi realizada pelo Núcleo Especializado de Defesa da Saúde (Nusa) e Núcleo Especializado de Questões Étnicas e Combate ao Racismo (Nucora) com o objetivo de conhecer o funcionamento do serviço, avaliar a estrutura física e o fluxo de atendimentos, além de dialogar sobre estratégias para aprimorar o acesso da população aos serviços de reabilitação.

Participaram da inspeção o coordenador do Nusa, defensor público Freddy Alejandro Solorzano Antunes; a coordenadora do Nucora, defensora pública Letícia Amorim; e a defensora pública Joice Mayara de Oliveira Silva, que atua em Colinas do Tocantins.
“O objetivo da visita foi conhecer os serviços prestados, além de entender o fluxo de atendimentos, visando orientar o serviço para fins de ampliação na região e adequação do CER III de Palmas para CER IV”, explicou o Defensor Público que coordena o Nusa.
Já a Coordenadora do Nucora destacou a relevância do olhar voltado à população indígena no contexto da saúde pública e da reabilitação. “A participação do Nucora foi de extrema importância, porque, a partir do olhar técnico que o Núcleo tem acerca da população indígena, foi possível identificar gargalos que vão desde o cadastro até as questões de autoidentificação. A Defensoria Pública se colocou à disposição para colaborar nessa temática, garantindo a correta identificação dos indígenas e a captação de recursos. Também compartilhamos informações sobre pessoas indígenas com deficiência nas aldeias, especialmente nas Krahô, o que pode fortalecer ações conjuntas com o Estado e o Município”, afirmou.

Para a defensora pública Joice Mayara, a ação foi importante para dialogar com a gestão, verificar as instalações, estrutura e equipamentos, além de conhecer a rotina de atendimento. “Identificamos as principais dificuldades enfrentadas pela instituição, especialmente a alta demanda. Estabelecemos um canal de comunicação permanente para contribuir com o aprimoramento dos serviços”.
