Égua se aproxima do caixão do tutor e reação surpreende família em velório; veja vídeo
Um momento de forte emoção marcou um velório realizado na última segunda-feira (27), em Blumenau. A égua Nina se aproximou do caixão do tutor, Pedro Krug, de 70 anos, relinchou ao vê-lo e comoveu familiares e amigos que acompanhavam a despedida.
A filha do idoso, Daiane Krug Palmeira, decidiu levar o animal até o local justamente para permitir um último encontro entre os dois. Assim que Nina chegou perto do caixão, reagiu imediatamente. O gesto chamou atenção e emocionou quem estava presente.
Segundo Daiane, o pai cultivava uma relação intensa com a égua. Ele ensinou comandos, brincava diariamente com o animal e demonstrava carinho constante. Além disso, gostava de ver crianças montando em Nina, o que, segundo ela, sempre trazia alegria para a vizinhança.
Relação construída ao longo dos anos
Pedro cuidava de Nina há cerca de oito anos e participou diretamente do processo de domesticação do animal. Com o tempo, os dois criaram um vínculo forte, baseado em convivência diária.
No entanto, a rotina mudou nos últimos meses. Em novembro de 2025, médicos diagnosticaram Pedro com três tumores cerebrais. Desde então, ele passou a enfrentar limitações e deixou de visitar a égua com frequência.
Depois que saiu do hospital, Pedro foi morar com a filha para receber cuidados. Como consequência, ficou cerca de um mês e meio sem ver Nina. Ainda assim, conseguiu reencontrá-la algumas vezes, inclusive poucos dias antes de morrer.
Despedida que repercutiu
O momento da despedida foi registrado em vídeo e rapidamente se espalhou pelas redes sociais. Nas imagens, Nina permanece próxima ao caixão enquanto recebe carinho de outras pessoas.
Além disso, internautas destacaram a sensibilidade da cena e o vínculo entre tutor e animal. Muitos comentários ressaltaram como os animais também demonstram afeto e reconhecem seus donos.
Antes de Nina, Pedro teve outro companheiro marcante: o cavalo Pingo, que viveu com ele por 33 anos. A família enterrou o animal em frente à casa, o que reforça a longa história de afeto do idoso com os animais.
