Ranking revela as cidades mais ricas do agronegócio brasileiro
As cidades mais ricas do agronegócio brasileiro reforçam a força econômica do setor e a concentração produtiva em regiões estratégicas do país. O novo levantamento mostra que Sorriso, no Mato Grosso, lidera o ranking com um Valor Bruto da Produção Agropecuária estimado em R$ 8,3 bilhões.
Logo em seguida, aparece São Desidério, na Bahia, com R$ 7,8 bilhões. O resultado confirma o Oeste baiano como uma das fronteiras agrícolas mais dinâmicas do Brasil. Na terceira posição, Sapezal (MT) soma R$ 7,5 bilhões e amplia o protagonismo mato-grossense.
Centro-Oeste domina cidades mais ricas do agronegócio
O levantamento evidencia o domínio do Centro-Oeste no ranking. Ao todo, 67 dos 100 municípios mais ricos do agronegócio estão na região. Desse total, 40 ficam no Mato Grosso, 14 em Goiás, 11 no Mato Grosso do Sul e um no Distrito Federal.
Além disso, outros estados também aparecem na lista. Minas Gerais conta com 11 cidades, enquanto a Bahia possui sete representantes. Pará, Paraná, Maranhão, Piauí, São Paulo, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Tocantins também marcam presença.
Produção cresce com tecnologia e expansão agrícola
O ranking também destaca municípios com produção acima de R$ 5 bilhões, como Campo Novo do Parecis, Rio Verde, Formosa do Rio Preto e Nova Mutum. Nesse sentido, os dados mostram que tecnologia, expansão de áreas cultivadas e melhorias logísticas impulsionam a competitividade.
Ao mesmo tempo, esses fatores ajudam a aumentar a produtividade e fortalecer o agronegócio brasileiro no cenário global.
Bahia ganha destaque no cenário nacional
A Bahia aparece entre os principais destaques do ranking. Principalmente, municípios como Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, Correntina e Riachão das Neves reforçam a importância do Matopiba.
Com isso, o estado se consolida como uma área estratégica para o crescimento da agricultura nacional.
Agronegócio impulsiona economia e exportações
O estudo mostra que a força econômica do setor se distribui por diferentes regiões. Porém, o Centro-Oeste segue como principal polo produtivo do país.
Por fim, o levantamento reforça a relevância dessas cidades para o abastecimento interno, geração de renda e exportações, consolidando o agronegócio como um dos pilares da economia brasileira.
