Audiência pública discutirá soluções para impactos da interdição da ponte da BR-235 em Pedro Afonso

Representantes do poder público e de entidades da região definiram os detalhes de uma audiência pública que discutirá os impactos da interdição da ponte sobre o Rio Tocantins, na BR-235. O encontro ocorrerá em 7 de agosto e buscará construir propostas para minimizar os prejuízos à população e à economia.
![]()
A audiência pública sobre a ponte da BR-235 ocorrerá no dia 7 de agosto, com primeira chamada às 8 horas, no auditório do Colégio Cívico-Militar Professor Antônio Belarmino Filho, em Pedro Afonso.
Além disso, o evento terá como tema “S.O.S. BR-235: A Ponte que Sustenta Vidas, o Agro e o Desenvolvimento Regional”.
Segundo os organizadores, a audiência reunirá moradores, produtores rurais, empresários e representantes de instituições públicas.
Dessa forma, os participantes poderão apresentar propostas para reduzir os impactos provocados pela interdição da ponte sobre o Rio Tocantins, entre Pedro Afonso e Tupirama.
Propostas incluem nova ponte e melhorias nas rotas alternativas

Durante a audiência, os participantes discutirão medidas para minimizar os prejuízos enfrentados pela região.
Entre as propostas estão a construção de uma nova ponte sobre o Rio Tocantins, a melhoria da logística das balsas que realizam a travessia e a pavimentação da TO-010, considerada uma importante rota alternativa.
Além disso, o grupo pretende encaminhar as demandas ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e ao Ministério dos Transportes.
Comissão reúne entidades públicas e privadas

A Comissão Interinstitucional de Coordenação das Ações Relacionadas à Interdição da Ponte da BR-235 organiza a audiência pública.
O grupo reúne representantes da Cooperativa Agroindustrial do Tocantins (COAPA), do Sindicato Rural de Pedro Afonso e Região (SIRPAR), da Prefeitura de Pedro Afonso, da Associação Comercial e Industrial de Pedro Afonso (ACIPA), da Câmara Municipal e dos movimentos Pró-BR-235 e TO-010.
Além disso, as entidades atuam de forma conjunta para buscar soluções que reduzam os impactos econômicos e sociais causados pela interrupção da rodovia.
Lideranças destacam prejuízos à população e ao agronegócio
Durante a reunião preparatória, realizada nesta quarta-feira (22), as lideranças relataram os principais problemas enfrentados desde a interdição da ponte.
Segundo os participantes, a interrupção da travessia dificulta o transporte de pacientes, estudantes e trabalhadores. Além disso, prejudica o abastecimento regional, aumenta os custos logísticos e compromete o escoamento da produção agropecuária.
As discussões também destacaram impactos sobre o comércio, as atividades empresariais e a prestação de serviços públicos essenciais.
Participaram da reunião o prefeito Joaquim Pinheiro, o presidente da COAPA, Ricardo Khouri, a presidente do SIRPAR, Simone Sandri, a presidente da ACIPA, Lorena Peclat, a vereadora Lili Benício, a presidente da Subseção da OAB de Pedro Afonso, Juma Marques Cardoso, o subcomandante do 3º Batalhão da Polícia Militar, capitão Eduardo Rios, o representante do Movimento BR-235, Ricardo Neves, a executiva da BP Bunge Bioenergia, Mara Ohi, além de assessores técnicos das instituições envolvidas.
