Entenda o caso do adolescente de 16 anos morto a tiros pelo ex-cunhado no interior do Tocantins

O ex-cunhado da vítima é o principal suspeito de matar um adolescente de 16 anos durante uma confusão em um comércio de Wanderlândia, no norte do Tocantins. A informação foi confirmada pela Polícia Militar. Até agora, ninguém foi preso, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP).
O crime aconteceu no último domingo (19). Desde então, o caso segue sob investigação da Polícia Civil, enquanto equipes da PM continuam em buscas na região norte do estado.
Quem era a vítima
De acordo com a SSP, o nome do adolescente não foi divulgado oficialmente. O corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Araguaína, onde passou por necropsia. Depois disso, foi liberado para a família.
Quem é o principal suspeito
Segundo a Polícia Militar, o principal suspeito é o ex-cunhado da vítima. Testemunhas relataram que ele deixou o estabelecimento durante a confusão. Pouco depois, retornou ao local em uma motocicleta.
Como o crime aconteceu
Ainda conforme a polícia, o crime foi registrado na madrugada de domingo, na Avenida João Gomes Valadares, no centro de Wanderlândia. O adolescente chegou ao local no momento em que uma briga acontecia.
Ao tentar separar conhecidos envolvidos na confusão, o jovem foi surpreendido pelo suspeito, que estava na garupa de uma moto. Em seguida, o homem atirou contra o adolescente e fugiu logo depois.
Qual pode ter sido a motivação
A motivação do assassinato ainda é apurada pela Polícia Civil. No entanto, informações levantadas pela PM indicam que a vítima e o ex-cunhado já tinham se desentendido em outras ocasiões.
Como estão as investigações
O caso foi registrado na 5ª Central de Atendimento da Polícia Civil, em Araguaína. Porém, a apuração para identificar e localizar os envolvidos está sob responsabilidade da 30ª Delegacia de Polícia Civil de Wanderlândia.
Até o momento, ninguém foi preso. A Polícia Militar informou que continua fazendo buscas para localizar tanto o ex-cunhado apontado como suspeito quanto o condutor da motocicleta que teria ajudado na fuga.
