Míssil hipersônico do Irã: como funciona a arma que desafia sistemas de defesa

O míssil hipersônico do Irã se tornou peça central na estratégia militar do país. Essa tecnologia permite atingir alvos a grandes distâncias com alta precisão.
Além disso, o míssil hipersônico do Irã pode viajar a mais de cinco vezes a velocidade do som. Isso dificulta a interceptação por sistemas tradicionais de defesa.
Diferente dos mísseis balísticos convencionais, essa arma não segue trajetória previsível. Pelo contrário, ela realiza manobras durante o voo, o que reduz a eficácia de radares.
O principal diferencial do míssil hipersônico do Irã está na capacidade de evasão. Sistemas como Domo de Ferro, Patriot e Aegis enfrentam dificuldades para calcular sua rota.
O funcionamento ocorre em três etapas. Primeiro, o lançamento utiliza combustível sólido, garantindo rápida aceleração e menor tempo de resposta.
Em seguida, a ogiva se separa e inicia o voo evasivo. Nesse momento, o míssil hipersônico do Irã altera sua trajetória para evitar interceptação.
Por fim, acontece o mergulho final. A velocidade pode chegar a mais de Mach 13, gerando alto impacto e destruição significativa.
Além disso, o arsenal iraniano inclui modelos como Fattah-1 e Fattah-2. Esses sistemas foram projetados para superar defesas avançadas.
O míssil hipersônico do Irã também amplia o alcance estratégico do país. O raio de até 2.000 quilômetros cobre Israel e bases dos Estados Unidos no Golfo.
Segundo especialistas, o Irã possui milhares de mísseis em operação. Parte desse arsenal está armazenada em bases subterrâneas protegidas.
Além disso, a tecnologia é compartilhada com grupos aliados na região. Isso aumenta o alcance militar indireto do país.
Diante desse cenário, o míssil hipersônico do Irã altera o equilíbrio global. A corrida por novas tecnologias de defesa já está em andamento.
