Governo do Tocantins se une a instituições em defesa dos direitos da Comunidade Quilombola Rio Preto
“Esta terra é nossa!” “As terras do Quilombo Rio Preto em Lagoa do Tocantins tem dono”, há pelo menos 82 anos, idade do patriarca da família que nasceu no Quilombo e reproduz com todos os moradores, essa voz, na luta pelos seus direitos individuais e coletivos garantidos na Constituição Federal de 1888. E o Governo do Tocantins, junto a instituições estaduais e federais se uniram em uma força-tarefa, nesta segunda-feira, 3, para ouvir as necessidades e assegurar direitos da referida comunidade.
A diligência teve participação da Secretaria da Cidadania e Justiça (Seciju) e foi organizada pela Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais (Sepot) para ouvir as demandas do Quilombo, que atualmente tem 60 famílias que fazem uso da terra para sobrevivência e sustento. Durante a visita, as instituições ouviram demandas da Comunidade, como a necessidade de escola, saneamento, energia elétrica, segurança, entre outros direitos assegurados a todo cidadão, sem distinção de cor, raça e etnia.
Representando a Seciju, o superintendente de Direitos Humanos e Política de Drogas, Jessé Nascimento, colocou a Pasta à disposição na busca e garantia desses direitos irrenunciáveis a todo cidadão brasileiro.
“O Governo do Tocantins está se fazendo presente compondo esta frente junto com todas estas instituições que trabalham a defesa dos direitos humanos, e, nosso papel é garantir que seus direitos não sejam violados”, assegurou o superintendente.
Força-tarefa
Também fizerem parte da força-tarefa, a DPE e DPU, Superintendência do Patrimônio da União, SSP, PM, Sepot, Coordenação Estadual das Comunidades Quilombolas do Tocantins (Coeq), Secretaria de Igualdade Racial, Prefeitura Lagoa do Tocantins, Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Incra, PC, Associação Rio Preto e UFT.
