Agrotins: Servidores da Prefeitura de Guaraí participam de curso de operacionalização da Fábrica de Farinha Móvel
Servidores da Prefeitura de Guaraí participaram, nestes dias 16 a 18, do curso de operacionalização da Unidade Móvel de Fabricação de Farinha, promovido pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro) e Embrapa. A capacitação foi realizada na programação oficial da Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins (Agrotins), em Palmas, que chega a sua 23ª edição.
Em mais uma conquista na gestão da prefeita Fátima Coelho, a Fábrica Móvel de Farinha foi destinada pelo deputado federal Osires Damaso ao município, por meio da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).

Curso
O objetivo do curso é oferecer práticas nas fases de industrialização da mandioca, higienização da matéria prima e do maquinário, medidas de segurança, operacionalização, limpeza e armazenamento. Participaram da capacitação, o secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Weliton Mendonça, a diretora de Paisagismo da pasta, Daniella Coelho Santiago, e o diretor de Agricultura, Laurentino Alves de Oliveira.
“Esta fábrica será destinada para os pequenos produtores rurais do projeto municipal Lavoura Comunitária, idealizado pela Prefeitura de Guaraí. Com certeza irá auxiliar e promover melhorias na qualidade de vida das famílias, garantindo aumento de produção e renda e promovendo o desenvolvimento socioeconômico regional dos pequenos produtores de mandioca”, ressalta o secretário Weliton Mendonça.

Fábrica de Farinha
Conforme informa a Codevasf, a fábrica de farinha móvel dispõe de um sistema de produção completo (descascamento, trituração, prensagem, torragem e peneiramento). “Essa unidade pode ser utilizada em qualquer local. Não há necessidade de energia elétrica, a mesma é movida por grupo gerador a diesel e pode ser puxada por qualquer veículo tracionado, possuindo sistema de luzes para o funcionamento durante a noite”, informa o portal.
Produção da Fábrica de Farinha
Além da praticidade, economia e vantagens logísticas, a unidade destaca-se também pelo benefício socioambiental. “Nesta agroindústria, pode-se reduzir em 70% a queima de lenha e foram criados meios para reutilizar a água no processo de lavagem das raízes e armazenar de forma correta a manipueira (líquido extraído da mandioca quando ela é prensada no processo de fabricação da farinha). Saindo do modelo tradicional de levar a mandioca até a casa de farinha, essa fábrica de farinha móvel irá até o plantio de mandioca, evitando assim, despesas de mão de obra e gerando mais lucro no final do processo”, informa a Codevasf
Em termos de capacidade de produção, o forno para torragem tem capacidade para 100 kg/hora. O ralador e o triturador de mandioca permitem o processamento de 1.500 kg/hora. A peneira elétrica tem capacidade para 400 kg/hora. A prensa hidráulica pode processar até 1.000 kg/hora. O lavador e o descascador de mandioca têm capacidade para 400 kg/hora. A produção diária varia de acordo com a quantidade de mão de obra empregada.
