PRF prende motorista por uso de documento falso em Paraíso

Homem de 45 anos apresentou documento com informações incompatíveis durante fiscalização na BR-153; ele foi encaminhado à Polícia Civil
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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu um motorista por uso de documento falso durante uma fiscalização de rotina na BR-153. A abordagem aconteceu no km 499 da rodovia, no município de Paraíso do Tocantins, na última quarta-feira (15). O condutor, um homem de 45 anos, apresentou um Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) físico com indícios de adulteração. A prisão ocorreu por volta das 11h40, conforme informações do Núcleo de Comunicação Institucional da PRF.
Fiscalização da PRF e identificação da fraude
Os agentes pararam a carreta conduzida pelo homem para uma verificação padrão. O motorista, então, entregou o CRLV impresso referente ao exercício de 2025. Contudo, ao realizar consultas nos sistemas oficiais, a equipe detectou uma divergência relevante. O documento válido para aquele veículo, de acordo com os registros, correspondia ao exercício de 2024. Dessa forma, ficou evidente que o CRLV apresentado não era autêntico. Os policiais, portanto, deram continuidade à abordagem para apurar a situação.
Confirmação do crime e prisão
Diante da constatação da inautenticidade, a PRF deu voz de prisão ao condutor em flagrante. A legislação brasileira tipifica como crime o uso de documento falso, e a pena pode incluir reclusão e multa. O homem, por sua vez, não apresentou justificativa plausível para a irregularidade. Os agentes, então, conduziram o motorista à Delegacia de Polícia Civil de Paraíso do Tocantins. Na unidade, a autoridade policial instaurará o inquérito e adotará as medidas legais cabíveis.
Encaminhamento e procedimentos legais
A PRF encaminhou o veículo e o documento apreendido à delegacia para auxiliar nas investigações. O detido permanecerá à disposição da Justiça enquanto os trâmites processuais ocorrem. A Polícia Civil, por sua vez, aprofundará a apuração para identificar se o homem agiu sozinho ou se há uma rede de falsificação de documentos. Além disso, os agentes verificarão se o CRLV falso foi utilizado em outras ocasiões. O caso, portanto, segue em análise pelas autoridades competentes.
