Polícia Federal mira grupo suspeito de tráfico, moeda falsa e contrabando no Tocantins

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (3) a Operação Generalist para desarticular um grupo suspeito de atuar em diversas frentes criminosas na região central do Tocantins.
Além do tráfico de drogas, a investigação apura crimes relacionados à circulação de moeda falsa, contrabando de cigarros eletrônicos e possíveis esquemas de lavagem de dinheiro.
Durante a operação, os agentes cumpriram três mandados de busca e apreensão expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal em Palmas.
As equipes atuaram nas cidades de Guaraí, no Tocantins, e São Félix do Xingu, no Pará.
Investigação apura atuação em diferentes crimes
Segundo a Polícia Federal, o grupo investigado teria envolvimento em diversas atividades ilícitas. Por isso, os investigadores buscam reunir provas para esclarecer a participação de cada suspeito.
Além disso, a corporação analisa movimentações financeiras para identificar possíveis práticas de lavagem de dinheiro relacionadas aos crimes investigados.
A operação também procura esclarecer a comercialização ilegal de cigarros eletrônicos, conhecidos popularmente como vape ou pod.
Suspeitos poderão responder por vários crimes

De acordo com a Polícia Federal, os investigados poderão responder pelos crimes de moeda falsa, tráfico de drogas, contrabando de cigarros eletrônicos e lavagem de dinheiro.
Somadas, as penas previstas para esses delitos podem ultrapassar 30 anos de prisão, dependendo do envolvimento de cada investigado.
Entretanto, a responsabilização criminal dependerá do resultado das investigações e da análise das provas reunidas durante a operação.
Nome da operação faz referência à atuação dos suspeitos
A Polícia Federal escolheu o nome “Generalist” em referência ao perfil do grupo investigado.
Segundo os investigadores, os suspeitos atuariam em diferentes modalidades criminosas ao mesmo tempo. Dessa forma, a operação destaca a diversidade de atividades atribuídas aos alvos da investigação.
Enquanto as diligências continuam, a Polícia Federal não descarta novas medidas para aprofundar as apurações e identificar outros possíveis envolvidos.
