Israel anuncia intensificação de ofensiva terrestre contra Hezbollah no Líbano

Israel anunciou que vai intensificar a ofensiva terrestre contra o Hezbollah no Líbano. A decisão marca uma nova fase da guerra no Oriente Médio.
O Exército informou que a operação será prolongada. Segundo o chefe do Estado-Maior, Eyal Zamir, a campanha “mal começou” e seguirá até eliminar ameaças na fronteira.
Além disso, Israel pretende ampliar ataques seletivos. O objetivo é garantir segurança de longo prazo no norte do país.
Israel amplia ataques contra Hezbollah no Líbano
A ofensiva de Israel contra o Hezbollah no Líbano inclui ações terrestres e bombardeios. Autoridades militares afirmam que os combates devem durar semanas.
O general Effie Defrin confirmou a previsão de confronto prolongado. Ao mesmo tempo, o governo intensifica operações estratégicas.
O ministro da Defesa, Israel Katz, ordenou a destruição de pontes sobre o rio Litani. A medida busca impedir o deslocamento de combatentes e armas.
De acordo com autoridades libanesas, ataques já danificaram estruturas importantes na região.
Líbano denuncia escalada e risco de invasão
O governo do Líbano reagiu à ofensiva. O presidente Joseph Aoun classificou os ataques como violação da soberania.
Segundo ele, a destruição de pontes representa risco de isolamento de regiões inteiras. Além disso, pode indicar preparação para invasão terrestre.
Autoridades locais afirmam que civis estão sendo afetados. O conflito já deixou milhares de mortos e mais de um milhão de deslocados.
Conflito no Oriente Médio se intensifica
A ofensiva de Israel contra o Hezbollah no Líbano ocorre após novos ataques com foguetes. O grupo aliado ao Irã intensificou ações desde março.
Além disso, autoridades libanesas acusam a presença de membros da Guarda Revolucionária iraniana no país. Segundo o governo, eles estariam coordenando operações do Hezbollah.
Enquanto isso, Israel segue com bombardeios e avanços na fronteira. Casas em vilarejos próximos já foram destruídas.
O cenário indica uma escalada do conflito. Especialistas alertam para o risco de ampliação da guerra na região.
