BYD avança no mercado brasileiro e ocupa a quarta posição em vendas no varejo, superando a Toyota
No ranking de vendas de varejo de automóveis em maio de 2025, a fabricante chinesa BYD alcançou um feito significativo ao ocupar a quarta colocação geral no Brasil, superando concorrentes tradicionais como Toyota, Honda e Hyundai. Foram 9.006 veículos vendidos a consumidores finais, o que representa 9,7% do mercado de varejo no mês.
É importante destacar que o levantamento considera apenas as vendas diretas ao consumidor nas concessionárias, excluindo as operações com frotistas, locadoras, órgãos públicos e pessoas com deficiência. Neste segmento, a BYD ficou atrás apenas de marcas estabelecidas como Fiat, Volkswagen e General Motors.

O crescimento da BYD no Brasil está diretamente relacionado à ampliação da sua rede de concessionárias, que já conta com 180 pontos de venda em todo o país, além de sua oferta diversificada, que vai desde veículos elétricos compactos até SUVs híbridos.
“O mercado brasileiro demandava soluções tecnológicas e sustentáveis. Atuamos no país há mais de uma década e, desde 2021, intensificamos nossa presença para atender essa necessidade com inovação e custo-benefício”, afirma Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD no Brasil.
Entre os modelos mais vendidos em maio, o compacto elétrico Dolphin Mini destacou-se com 2.444 unidades emplacadas, seguido por veículos como o Song Pro, Dolphin GS e o híbrido King. Em comparação, o Toyota Corolla Cross, SUV médio da marca japonesa, vendeu 5.513 unidades no total, mas levando em conta apenas o varejo, a BYD obteve melhores resultados.
A marca chinesa liderou as vendas no varejo em 18 cidades brasileiras, incluindo capitais como Brasília, Porto Velho, Natal, Maceió e Vitória. Nas principais regiões metropolitanas, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador, a BYD figura entre as três marcas mais vendidas.
Esse desempenho confirma a rápida consolidação da BYD no mercado nacional, refletindo a mudança do perfil do consumidor brasileiro, cada vez mais aberto a veículos elétricos e híbridos, além da crescente aceitação de marcas chinesas no setor automotivo.
