De motorista a maquinista: a trajetória de Hilário Ribeiro nos trilhos da ferrovia Norte-Sul
O Dia do Maquinista, celebrado em 20 de outubro, oferece uma oportunidade para homenagear os profissionais que desempenham um papel importante na logística ferroviária do Brasil. Na VLI – companhia de soluções logísticas que opera ferrovias, portos e terminais – cada maquinista tem uma trajetória marcada por muita dedicação. Entre essas histórias inspiradoras, está a de Hilário Ribeiro de Oliveira, que encontrou na ferrovia a oportunidade de transformar sua vida e carreira.
Natural de Colinas do Tocantins, Hilário começou sua jornada como motorista de ônibus de traslado em 2011, transportando trabalhadores. A chegada da ferrovia à região despertou nele o desejo por trilhar novos caminhos. “Antigamente, era difícil encontrar trabalho na cidade. Com a concessão da ferrovia, comecei a acreditar que poderia ter uma chance. Quando vi os maquinistas, fiquei impressionado com a grandiosidade do processo. Me identifiquei e percebi que essa poderia ser a minha oportunidade também”, destaca o maquinista.

Em 2014, Hilário deu o primeiro passo em direção à nova carreira ao ingressar no Programa de Trainee Operacional da VLI. Ele iniciou como Operador de Manobra, uma posição de entrada nas operações ferroviárias. Logo, por seu desempenho, foi promovido a Maquinista de Manobra, atuando nos pátios ferroviários. Após passar por um processo seletivo interno, conquistou o cargo de Maquinista I e, desde então, conduz trens com até 160 vagões carregados com grãos, inflamáveis e diversos nos trechos entre Porto Franco (MA) e Porto Nacional (TO).
Para Hilário, um dos momentos mais marcantes na profissão foi quando recebeu a autorização para conduzir seu primeiro trem sozinho, percorrendo o trajeto de Araguaína até o Pátio de Colinas. “Senti que ali estava acontecendo a realização de um sonho, foi indescritível”, compartilha. Hoje, com 10 anos de empresa e 7 na função de maquinista de viagem, sua maior realização no trabalho é garantir a entrega segura das cargas.

Como se tornar maquinista na VLI
Para se tornar maquinista na VLI, é possível cadastrar o currículo no programa Trainee Operacional. Esse programa é voltado ao desenvolvimento de profissionais para posições técnicas ou operacionais de base, oferecendo uma formação que integra teoria e prática. Após adquirir experiência e concluir cursos de especialização, o participante do Trainee Operacional poderá se tornar maquinista. O cadastro do currículo pode ser realizado por meio do site https://www.vli-logistica.com.br/vagas/.
A VLI no Tocantins
A VLI opera no Tocantins por meio do Corredor Norte, que une Porto Nacional (TO) ao sistema portuário de São Luís. O trajeto é percorrido por meio do tramo norte da Ferrovia Norte-Sul, controlado pela VLI, e pela Estrada de Ferro Carajás, onde a VLI opera por direito de passagem. A estrutura do corredor inclui três terminais intermodais, em Porto Nacional e Palmeirante, no Tocantins, e Porto Franco, no Maranhão. Nesses locais, a carga trazida por caminhões é carregada nas composições da companhia. Pelo Corredor Norte são transportadas cargas como grãos (milho e soja), fertilizantes e combustíveis, entre outros produtos.
Sobre a VLI
A VLI tem o compromisso de apoiar a transformação da logística no país, por meio da integração de serviços em portos, ferrovias e terminais. A empresa engloba as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais intermodais, que unem o carregamento e o descarregamento de produtos ao transporte ferroviário, e terminais portuários situados em eixos estratégicos da costa brasileira, tais como em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Por cinco anos consecutivos entre as três companhias mais inovadoras do setor de Transporte e Logística no ranking do Valor Inovação, a VLI transporta as riquezas do Brasil por rotas que passam pelas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.
