Equilibristas se penduram entre prédios da Asa Norte e chamam atenção no DF
O empresário Matheus Samir, 29, faz parte da equipe que realiza as atividades e conta que são necessários equipamentos específicos de segurança e autorização governamental para realizar as atividades. “A slackline, que é a fita, tem 95 metros de comprimento e é amarrada nas árvores, mas utilizamos outros materiais para distribuir o peso. Quando já armada, nós fazemos a atividade de ascensão, onde subimos até a corda e andamos nela, por fim, fazemos a ação contrária, quando descemos pela fita”, explica.
Além da 103 Norte, Samir conta que a atividade também são realizadas no Complexo Cultural da Funarte e na cidade de Cocalzinho de Goiás. Os cliques da atividade foram feitos pela empresária Marina Cavechia, 34, que é moradora da região e estava indo para a Asa Sul quando viu a cena. Impressionada, estacionou o carro, fez fotos da cena e publicou nas redes sociais. “Fiquei surpresa, achei muito lindo e tive que registrar”, declarou ao ser procurada pela reportagem.

A atividade também prendeu os olhares do comerciante Jucá Araújo, 32, que relatou nunca ter visto nada parecido região. “Ele estava muito alto, achei impressionante de assistir. Ele caminhou pela corda e ainda ficou dando pulos”, conta.
