• Anuncie conosco
  • Quem somos
  • Contato
  • Jornal Surgiu
Ver todos
Surgiu nº 169 – 09/07/2026

Surgiu nº 169 – 09/07/2026

Surgiu nº 168 – 30/06/2026

Surgiu nº 168 – 30/06/2026

Surgiu nº 167 – 18/06/2026

Surgiu nº 167 – 18/06/2026

Surgiu nº 166 – 11/06/2026

Surgiu nº 166 – 11/06/2026

  • Home
  • Notícias
  • Esportes
    • Nacional
    • Internacional
    • Estadual
    • Competições
  • Tocantins
    • Tocantins
    • Araguaína
    • Palmas
    • Paraíso
    • Barrolândia
    • Bernardo Sayão
    • Caseara
    • Chapada de Areia
    • Divinópolis
    • Dois Irmãos
    • Goianorte
    • Lajeado
    • Marianópolis
    • Nova Rosalândia
    • Pugmil
  • Brasil
    • Educação
    • Justiça
    • Saúde
  • Mundo
  • Entretenimento
    • Entretenimento
    • ExpoBrasil
    • Marketing Digital
    • Moda & Beleza
    • Tecnologia
  • Policial
  • Política
28/07/2026
  • Home
  • Notícias
  • Esportes
    • Nacional
    • Internacional
    • Estadual
    • Competições
  • Tocantins
    • Tocantins
    • Araguaína
    • Palmas
    • Paraíso
    • Barrolândia
    • Bernardo Sayão
    • Caseara
    • Chapada de Areia
    • Divinópolis
    • Dois Irmãos
    • Goianorte
    • Lajeado
    • Marianópolis
    • Nova Rosalândia
    • Pugmil
  • Brasil
    • Educação
    • Justiça
    • Saúde
  • Mundo
  • Entretenimento
    • Entretenimento
    • ExpoBrasil
    • Marketing Digital
    • Moda & Beleza
    • Tecnologia
  • Policial
  • Política
  • Anuncie conosco
  • Quem somos
  • Contato
  • Jornal Surgiu
  • Home
  • Notícias
  • Esporte
  • Tocantins
  • Brasil
  • Mundo
  • Entretenimento
  • Policial
  • Jornal Surgiu
  • Anuncie conosco
  • Quem somos
  • Contato
  • Jornal Surgiu
BUSCAR

O que se sabe sobre variante da Covid-19, BA.2.75, que pode ser mais transmissível que Ômicron

Saúde — 20/07/2022 - 08:12 Por:  Yasmim Santos

Uma nova variante começa a preocupar o mundo e a OMS (Organização Mundial de Saúde). Apelidada de “Centauro”, a BA.2.75 é classificada como uma variante de “segunda geração”, pois se desenvolveu a partir da subvariante BA.2 da Ômicron.

Apesar da aparição recente, especialistas estão em alerta e rastreiam a sublinhagem que já foi sequenciada geneticamente em 11 países: Índia, Austrália, Japão, Canadá, Estados Unidos, Alemanha, Nova Zelândia, Holanda, Israel, Rússia e Reino Unido.

Foto: NIAID (Instituto Nacional de alergia e doenças infecciosas)

Onde a BA.2.75 foi detectada primeiro?

Siga o Surgiu no Google Adicionar como Fonte Preferida

Veja também

Cinco exercícios para idosos fazerem em casa durante o frio e reduzir o risco de quedas

Anvisa alerta que retatrutida ainda não foi aprovada e venda é ilegal

Novo comprimido reduz colesterol ruim e amplia opções de tratamento

A nova cepa foi identificada pela primeira vez na Índia, em maio, quando foi apontada como responsável pelo crescimento dos casos de Covid-19 no país.

A BA.2.75 está ultrapassando a variante BA.5, que respondia pela maioria dos casos no território indiano. Em entrevista ao portal de notícias Stuff, da Nova Zelândia, a virologista e professora da Universidade de Otago da Nova Zelândia, Jemma Geoghegan afirmou que a composição da sublinhagem sugere que ela evoluiu de uma infecção humana persistente.

Sendo assim, pessoas, provavelmente imunocomprometidas, não eliminaram o vírus no período normal de até duas semanas e permitiram que ele continuasse sua evolução.

Qual a transmissibilidade?

De acordo com especialistas, a variante tem oito mutações na proteína Spike – partícula do SARS-CoV-2 que ajuda o vírus a entrar na célula humana – adicionais em comparação com a sua cepa de origem, a BA.2.

O virologista do Departamento de Doenças Infecciosas do Imperial College de Londres, Tom Peacock publicou no Twitter que “nenhuma dessas mutações individualmente é sinalizada como preocupante, mas, o aparecimento de todas juntas, de uma só vez, é outra questão.”

A presença das diversas mutações pode colaborar com o escape da nova cepa das vacinas já existentes e aumenta a taxa de transmissão da Covid.

O que preocupa os cientistas?

Uma das maiores apreensões dos pesquisadores é a localização das mutações, que pode demonstrar uma possibilidade de a Centauro reinfectar pacientes que já testaram positivo para a antiga cepa dominante, a BA.2. Isto significa que um indivíduo que já se infectou pela subvariante Ômicron (BA.2) pode pegar Covid-19 novamente se entrar em contato com a BA.2.75.

O Instituto de Saúde Pública da Holanda (RIVM, na sigla em holandês) observou que a variante de segunda geração “parece” ser capaz de escapar mais facilmente da proteção acumulada contra o coronavírus do que outras devido a pequenas mutações específicas.

Ao Stuff, a professora disse que duas mutações são “particularmente preocupantes”. Uma está relacionada ao potencial de escapar “completamente” dos anticorpos, evitando a proteção imunológica.

A outra parece aumentar a capacidade do vírus de se ligar às células humanas – aumentando a eficiência com que infecta as células.

O pesquisador do Laboratório Central de Virologia do Sheba Medical Center, de Israel, Shay Fleishon explicou por meio do Twitter que é uma situação alarmante mesmo se a BA.2.75 não continuar progredindo.

“O fato de que uma variante de segunda geração tão divergente tenha sucesso entre hospedeiros [pessoas infectadas por mais de duas semanas] é alarmante. Isso significa que, se BA.2.75 não for bem-sucedida, e mesmo se for, outras de segunda geração podem crescer melhor com o tempo.”

A BA.2.75 pode chegar ao Brasil?

Os especialistas sugerem que a variante vai chegar ao Brasil, se já não estiver circulando entre a população.

“Tudo indica que sim. Elas [variantes] vão se substituindo, era BA.1, foi BA.2, BA.4, BA.5. Era Gama, agora vem essa nova. Não tenho dúvida, haverá sempre uma substituição de variantes”, alega o infectologista e diretor da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), Renato Kfouri.

Além do mais, a professora do departamento de microbiologia da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), Jordana Coelho dos Reis explica que quando um órgão de saúde identifica uma variante, não quer dizer que ela surgiu ou se limita àquele local.

“Já tem estudos falando que a média entre o surgimento e a detecção de uma nova variante pode variar de um até três meses, então, às vezes, o vírus circula, circula, circula e só três meses depois que você vai detectar que aquilo é uma nova variante. Na verdade, quando a gente descobre uma variante, ela, provavelmente, pode ter se disseminado para vários outros países”, explica Jordana.

E acrescenta: “quando a Ômicron foi detectada, eles fecharam todo o trânsito aéreo, por exemplo, com a África, e depois eles começaram a detectá-la em outras regiões do mundo sem sequer ter tido tempo para disseminação daquela nova variante, o que indica que ela estava em outras partes do globo.”

Acompanhe o Surgiu

No WhatsApp

No Instagram

Compartilhe

  • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Clique para compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
  • Clique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela) LinkedIn
  • Clique para compartilhar no Reddit(abre em nova janela) Reddit
  • Clique para compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
  • Clique para imprimir(abre em nova janela) Imprimir

Tópicos: BA.2.75, CORONAVÍRUS, SAÚDE, VARIANTE

Deixe seu comentário Cancelar resposta

Seu e-mail não será publicado. Os comentários passam por moderação antes de aparecer.

Notícias relacionadas

Sicredi – Institucional – 728×90

Leia mais de Saúde

Exames de rotina são essenciais para a saúde dos idoso

Exames de rotina são essenciais para a saúde dos idoso

Médico brasileiro cria ‘Teoria do Polvo’ para explicar as dores causadas pela endometriose

Médico brasileiro cria ‘Teoria do Polvo’ para explicar as dores causadas pela endometriose

Dia Mundial do Cérebro: especialista revela 7 hábitos para proteger a saúde mental

Dia Mundial do Cérebro: especialista revela 7 hábitos para proteger a saúde mental

6 em cada 10 brasileiros já precisaram de atendimento médico durante viagens, aponta pesquisa

6 em cada 10 brasileiros já precisaram de atendimento médico durante viagens, aponta pesquisa

Para estudar nas férias, deve-se controlar a ansiedade

Para estudar nas férias, deve-se controlar a ansiedade

Câncer de intestino: sinais, prevenção e diagnóstico

Câncer de intestino: sinais, prevenção e diagnóstico

Araguaína – Investe 5/26 – 300×250

Mais lidas da semana

filho de vereador
1

‘Jovem amigo e companheiro’: quem era o filho de vereador morto a tiros em praia do Tocantins

2

SINE de Paraíso do Tocantins abre dezenas de vagas de emprego em diversas áreas

3

Câmara de Paraíso do Tocantins conclui revisão final de edital para contratação da banca do concurso público

corpo de empresário
4

Corpo de empresário desaparecido é encontrado; amigo é apontado como mentor do crime

vídeo com adolescente
5

Mulher é presa após gravar vídeo com adolescente de 13 anos e ter imagens divulgadas

Bem Maior – Institucional – 300×250
BRK – Chuva – Novembro 2024 – 300×250
Lojas Ricardos – Institucional – 300×250

Últimas notícias

*

Lancha afunda em Conceição do Araguaia e ocupantes são resgatados por barqueiro

*

PL do Tocantins participa de convenção que confirma Flávio Bolsonaro

*

Golaço de Cabo Verde contra a Argentina é eleito o mais bonito da Copa do Mundo de 2026

*

Sem ideia para a sobremesa? Veja 3 receitas fáceis que vão fazer sucesso no almoço de domingo

*

PRF flagra transporte de madeira ameaçada de extinção e apreende rebites na BR-153

Fieto – SENAI – UCI – 300×250
Surgiu

Institucional

  • Expediente
  • Redação
  • Comercial
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade

Serviços

  • Jornal Surgiu
  • Publicidade Legal
  • Últimas Notícias

Comunidades

  • Siga no Instagram
  • Siga no Facebook
  • Siga no X
  • Inscrever-se no Youtube
  • Contate-nos pelo WhatsApp
© 2008-2026, Surgiu. Todos os direitos reservados. - Desenvolvido por Teech.com.br