Canetas emagrecedoras ilegais invadem o Brasil e acendem alerta para riscos à saúde

As canetas emagrecedoras ilegais têm entrado no Brasil, principalmente pela fronteira com o Paraguai. Além de não possuírem registro sanitário, esses produtos podem colocar a saúde dos consumidores em risco. A Receita Federal já apreendeu mais de 158 mil unidades.
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As canetas emagrecedoras ilegais continuam entrando no Brasil, principalmente pela fronteira com o Paraguai. Segundo autoridades, esses medicamentos já ocupam a segunda posição entre os produtos mais apreendidos na região de Foz do Iguaçu.
Além disso, uma reportagem do Fantástico encontrou versões da retatrutida sendo vendidas livremente no país. Atualmente, a substância ainda passa por testes clínicos e não possui registro sanitário nem mesmo no Paraguai.
Especialistas alertam para os riscos
De acordo com especialistas, ninguém consegue garantir a composição das canetas comercializadas ilegalmente. Por isso, quem compra esses produtos pode consumir substâncias desconhecidas e colocar a própria saúde em risco.
Além disso, fabricantes e vendedores não seguem qualquer controle sanitário. Consequentemente, ninguém consegue assegurar a qualidade, a procedência ou as condições de armazenamento dos medicamentos.
Caso reforça preocupação
Um usuário precisou procurar atendimento hospitalar após utilizar uma dessas canetas. Diante desse caso, médicos reforçam que as pessoas devem usar medicamentos para emagrecimento apenas com acompanhamento profissional.
Da mesma forma, especialistas orientam a população a evitar substâncias que ainda passam por estudos e não receberam autorização dos órgãos reguladores.
Receita Federal amplia o combate ao contrabando
Enquanto isso, a Receita Federal intensifica as operações de fiscalização nas fronteiras. Segundo o órgão, os agentes já apreenderam mais de 158 mil unidades de canetas emagrecedoras ilegais.
Além das ações na fronteira, a equipe também interceptou uma tonelada desses produtos enviada da China. Por esse motivo, as autoridades orientam os consumidores a comprar medicamentos apenas em estabelecimentos autorizados.
Assim, além de evitar prejuízos financeiros, a população reduz o risco de sofrer complicações causadas por produtos sem controle sanitário.
