Governo do Tocantins alerta sobre impacto a servidores e risco de perder R$ 56 milhões

O Governo do Tocantins alertou que mais de 7 mil servidores podem sofrer impactos financeiros. Além disso, o estado corre o risco de perder R$ 56 milhões do Fundo Amazônia.
O governador Wanderlei Barbosa apresentou os dados durante coletiva no Palácio Araguaia, em Palmas.
Governo do Tocantins aponta impacto direto a servidores
A Assembleia Legislativa alterou medidas provisórias e ampliou despesas sem previsão no orçamento.
Por isso, o Governo do Tocantins identificou risco para 6.717 profissionais ligados ao Programa de Fortalecimento da Educação (Profe).
Cerca de 5 mil servidores podem ter redução nas gratificações. Outros 1,6 mil podem perder o benefício integral.
Mudanças afetam indenizações de servidores
As alterações também atingem cerca de 832 servidores de órgãos estaduais.
Entre eles estão Naturatins, Unitins, Procon, Ruraltins e Detran.
Assim, esses profissionais podem enfrentar cortes ou suspensão nos valores recebidos.
Governo do Tocantins alerta para risco fiscal
A equipe técnica destacou que o aumento de despesas compromete o equilíbrio das contas públicas.
Além disso, a medida pode descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Por esse motivo, o governo decidiu agir para garantir segurança jurídica e evitar bloqueios futuros.
Estado pode perder recursos do Fundo Amazônia
O Governo do Tocantins também alertou para o risco de perder R$ 56 milhões do Fundo Amazônia, via BNDES.
O projeto depende da aprovação da Assembleia Legislativa. No entanto, a falta de decisão pode impedir o repasse.
Recursos seriam usados em áreas estratégicas
O estado pretende usar o valor na análise de mais de 90 mil cadastros ambientais.
Além disso, o recurso vai apoiar pequenos produtores e fortalecer a fiscalização.
Também estão previstos investimentos em assistência técnica e estrutura pública.
Governo cobra urgência na decisão
O Governo do Tocantins pediu ao BNDES a prorrogação do prazo.
Mesmo assim, ainda não recebeu resposta. Por isso, o Executivo reforçou o pedido de urgência na tramitação.
Agora, a Assembleia Legislativa deve decidir sobre a manutenção dos vetos e a liberação dos recursos.
