Select Operadora de Saúde reforça papel da tecnologia e da inclusão digital na nova fase da telemedicina
A telemedicina se consolida como um dos principais vetores de transformação da saúde suplementar no Brasil. Mais do que uma tendência acelerada nos últimos anos, o atendimento remoto evoluiu para um modelo assistencial estratégico. Nesse sentido, o uso de tecnologia tem permitido ampliar o acesso, otimizar recursos e redesenhar a jornada do beneficiário.
Atualmente, o avanço tecnológico já possibilita consultas por vídeo em poucos minutos, além da integração com prontuários eletrônicos, triagem inteligente e acompanhamento contínuo de pacientes. Dessa forma, o que antes parecia distante se tornou uma realidade cotidiana. A ideia de ser atendido por um médico sem sair de casa passou, portanto, de inovação a uma expectativa comum do usuário.

No entanto, esse avanço traz um novo desafio: transformar disponibilidade em uso efetivo.
Da oferta à adesão: o novo desafio do setor
Estudos recentes do setor indicam que, embora a oferta de telemedicina tenha crescido significativamente, ainda existem barreiras importantes. Entre elas, destacam-se a conectividade limitada, o letramento digital e a confiança no serviço.
Em muitos casos, o beneficiário possui acesso à ferramenta, mas não compreende quando ou como utilizá-la. Consequentemente, isso impacta a eficiência operacional das operadoras e o uso racional da rede assistencial.
Para a Select Operadora, esse é um ponto decisivo. Segundo o superintendente de marketing da empresa, Maicon Arrais, disponibilizar a tecnologia é apenas o começo.
“Disponibilizar a telemedicina é apenas o primeiro passo. O que realmente gera valor é fazer com que o beneficiário entenda o serviço, saiba quando utilizá-lo e tenha confiança nessa jornada. Inclusão digital, nesse contexto, também é estratégia de eficiência e sustentabilidade do cuidado”, afirma.
Mais agilidade e menos deslocamentos
Com a consolidação da telemedicina, diversas operadoras passaram a utilizar o recurso como porta de entrada assistencial. Assim, plataformas digitais ajudam a reduzir a sobrecarga em prontos atendimentos e evitam deslocamentos desnecessários.
Na prática, isso garante mais agilidade no atendimento. Situações simples do dia a dia, como orientações pediátricas ou avaliações iniciais em ginecologia, podem ser resolvidas de forma remota, com conforto e segurança.
Além disso, o modelo reduz a exposição a ambientes com risco de contaminação, especialmente em períodos de maior circulação de doenças respiratórias, como durante o outono e o inverno.
Por outro lado, especialistas ressaltam que a telemedicina não substitui totalmente o atendimento presencial. Casos que exigem exame físico ou procedimentos continuam dependendo da consulta tradicional. Portanto, o ganho está na integração inteligente entre os dois formatos.
Eficiência e sustentabilidade do sistema
Sob a ótica operacional, a telemedicina desempenha um papel central na sustentabilidade da saúde suplementar. Isso porque, ao funcionar como um filtro qualificado, contribui para direcionar corretamente os casos.
Como resultado, há redução de atendimentos desnecessários em prontos-socorros, além de melhor aproveitamento dos recursos disponíveis. Esse modelo também ajuda a reduzir custos assistenciais e melhora indicadores de desempenho.
“A telemedicina bem estruturada melhora a experiência do beneficiário e, ao mesmo tempo, organiza o fluxo assistencial. Isso impacta diretamente a eficiência da operação e a qualidade do cuidado entregue”, destaca Arrais.
Inclusão digital como peça-chave
Dentro desse cenário, a inclusão digital passa a ter papel estratégico. Mais do que oferecer tecnologia, é necessário garantir que ela seja acessível e compreendida pelos usuários.
Isso envolve, por exemplo, o desenvolvimento de plataformas intuitivas, comunicação clara e ações de educação em saúde. Além disso, o suporte contínuo ao beneficiário torna-se fundamental para estimular o uso adequado das ferramentas.
Para a Select Operadora, investir nesse processo é essencial para consolidar a telemedicina como uma solução efetiva.
“A tecnologia precisa fazer sentido na vida das pessoas. Quando o beneficiário entende que pode resolver uma demanda de saúde com rapidez, segurança e comodidade, a adesão acontece de forma natural”, completa.
Uma tendência irreversível
Com o avanço de tecnologias como inteligência artificial, monitoramento remoto e integração de dados em tempo real, a telemedicina tende a se tornar ainda mais presente nos próximos anos.
O setor caminha para um modelo híbrido, no qual o cuidado é contínuo, personalizado e centrado no paciente. Assim, o atendimento combina o melhor do digital com o presencial.
Nesse contexto, operadoras que investem não apenas em tecnologia, mas também em inclusão, educação e experiência do usuário, tendem a se destacar.
Para a Select Operadora, a telemedicina representa mais do que uma tendência: trata-se de um pilar estruturante para o futuro da saúde suplementar, tornando o sistema mais eficiente, acessível e alinhado às necessidades da população.
Sobre a Select Operadora
Com mais de 30 anos de atuação no mercado de saúde suplementar no Brasil, a PlanMed passa por um processo de transformação e amplia sua presença ao se tornar Select Operadora de Planos de Saúde.
A empresa investe na expansão do atendimento para além do estado de Goiás, com foco nacional, além de fortalecer sua rede própria e credenciada. Com novos produtos e serviços, a operadora busca se posicionar como uma das referências no setor, apostando em inovação, tecnologia e qualidade no atendimento.
