Anvisa determina recolhimento de água Crystal e parte da carga foi para o Tocantins

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de um lote da água mineral Crystal após exames apontarem a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostras do produto. Entre as unidades distribuídas no país, parte da remessa chegou ao Tocantins.
Segundo a agência, o lote afetado é o LZ1 VAL200127 3 P 200126, produzido em janeiro de 2026 pela empresa Mineração Bom Jesus, responsável pelo envase da marca.
Lote também foi enviado ao Tocantins
Ao todo, o lote reúne mais de 374 mil garrafas de 500 ml. A maior parte seguiu para o Distrito Federal e cidades de Goiás. Além disso, milhares de unidades foram encaminhadas ao interior de São Paulo.
Já para o Tocantins, a distribuidora enviou 1.439 garrafas do mesmo lote, conforme informações apresentadas à Anvisa.
Por isso, consumidores tocantinenses devem verificar atentamente os dados impressos no rótulo antes de consumir o produto.
Entenda o que levou ao recolhimento
A investigação começou após uma fiscalização de rotina realizada por órgãos de vigilância sanitária do Distrito Federal.
Durante a análise laboratorial, técnicos identificaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa. Em seguida, uma contraprova confirmou o resultado.
Com a confirmação, a vigilância sanitária comunicou o caso à Anvisa, que determinou o recolhimento do lote como medida preventiva.
O que fazer se tiver o produto em casa
A orientação da Anvisa é simples: quem possuir garrafas pertencentes ao lote informado não deve consumir a água.
Além disso, os consumidores devem acompanhar os canais oficiais da fabricante para obter informações sobre troca, devolução ou reembolso.
Segundo a empresa, o recolhimento começou imediatamente após a identificação do problema. A fabricante afirma que cerca de 99% das unidades já saíram dos pontos de venda.
