Arte, voz e liberdade marcam debate sobre saúde mental promovido pela UnirG
Em alusão ao Movimento da Luta Antimanicomial, celebrado em 18 de maio, o curso de Psicologia da Universidade de Gurupi – UnirG realizará, na próxima segunda-feira, 18, o debate “Cuidado que se Expressa: arte, voz e liberdade”. O encontro começará às 19h15, no auditório D do campus Jacinto Nunes da Silva, conhecido como campus I, em Gurupi.
A iniciativa pretende ampliar o diálogo sobre saúde mental, cuidado humanizado e atenção psicossocial. Além disso, o evento busca fortalecer estratégias de cuidado em liberdade. A programação também abordará a reinserção social de pessoas em sofrimento psíquico.

Durante o evento, os participantes acompanharão exposições de trabalhos produzidos por acadêmicos. Além disso, haverá uma mesa de discussão interdisciplinar com profissionais convidados da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Em seguida, o público poderá participar de um debate aberto.
Segundo a organização, o encontro reunirá estudantes, profissionais da rede pública de saúde e integrantes da comunidade acadêmica. Dessa forma, a proposta incentiva a troca de experiências e reflexões sobre políticas públicas voltadas à saúde mental.
O evento é promovido pela coordenação do curso de Psicologia da UnirG, pela Liga Acadêmica de Saúde Emocional, pelo Centro Acadêmico de Psicologia e pelo Centro de Atenção Psicossocial Dra. Sandra Oliveira (CAPS).
Movimento da Luta Antimanicomial
O Movimento da Luta Antimanicomial surgiu no Brasil durante a década de 1970. O período marcou o processo de redemocratização do país e a construção do Sistema Único de Saúde (SUS). O movimento defende a reforma psiquiátrica brasileira e a substituição do modelo hospitalocêntrico.
Além disso, a proposta prioriza práticas humanizadas de cuidado. O movimento também defende o tratamento em liberdade e a reinserção social. Outra pauta importante é a garantia dos direitos humanos das pessoas em sofrimento psíquico.
Atualmente, o movimento atua no combate a práticas abusivas. Da mesma forma, defende o fortalecimento das políticas públicas de atenção psicossocial.
