Botafogo é eliminado da Libertadores e pressão aumenta sobre projeto da SAF
A eliminação precoce do Botafogo de Futebol e Regatas na fase preliminar da Copa Libertadores da América acendeu o alerta no clube. A derrota para o Barcelona Sporting Club, dentro do Estádio Estádio Nilton Santos, gerou forte repercussão e aumentou a pressão sobre o planejamento da temporada.
A queda ainda na terceira fase preliminar representa um golpe duro para o projeto da SAF. Além disso, o resultado expõe fragilidades que já vinham sendo apontadas desde o início do ano.
O desempenho ruim acontece após um 2024 considerado histórico para o clube. No entanto, a diretoria parece ter apostado que o sucesso recente se repetiria automaticamente. A temporada atual, porém, mostrou rapidamente que o cenário seria diferente.
Outro fator que complicou o início do ano foi o transfer ban imposto ao clube. A punição ocorreu por causa de uma dívida com o Atlanta United, relacionada à contratação do meia Thiago Almada. A restrição durou cerca de dois meses e dificultou a montagem do elenco.
Mesmo após a liberação para contratar jogadores, algumas peças importantes não puderam atuar nas fases preliminares da Libertadores. Entre os nomes citados estão Edenilson, Medina e Júnior Santos. Além disso, lesões também reduziram as opções disponíveis para a comissão técnica.
O técnico Martín Anselmi ainda tenta ajustar o time. Contudo, o trabalho segue em fase inicial e ainda não mostrou sinais consistentes de evolução.
Enquanto isso, os problemas nos bastidores também influenciam o ambiente. A gestão liderada pelo empresário John Textor enfrenta questionamentos após o início irregular da temporada.
Agora, o Botafogo precisa reagir rapidamente. A equipe volta a campo neste sábado (14), quando enfrenta o rival Clube de Regatas do Flamengo, novamente no Nilton Santos, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro Série A.
