70% dos trabalhadores acreditam que iniciativas de bem-estar aumentam produtividade, revela pesquisa
Um estudo recente, “Estatísticas de bem-estar corporativo”, mostra que 70% dos profissionais acreditam que programas voltados à saúde física, mental e emocional aumentam sua produtividade. Além disso, os dados reforçam a importância de cuidar do capital humano. Essas iniciativas impactam diretamente a performance organizacional.
De acordo com o levantamento, 60% dos colaboradores relatam maior engajamento quando há programas de bem-estar. Enquanto isso, 85% afirmam que essas iniciativas aumentam a probabilidade de permanecer na empresa. Além disso, empresas com programas estruturados observam impactos concretos:
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Foto: Divulgação -
Redução de até 28% nos dias de ausência por motivos de saúde
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Maior satisfação e engajamento, com 75% dos colaboradores mais satisfeitos
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Retenção ampliada, com mais da metade considerando os programas relevantes na escolha do emprego
Organizações que investem em programas de bem-estar vão além da saúde física e mental. Elas criam um ciclo virtuoso de valor, refletido em produtividade, engajamento e retenção de talentos, explica Bernardo Mascarenhas, vice-presidente e sócio da FESA Group. Portanto, essas iniciativas não devem ser vistas apenas como benefícios, mas como estratégias.
Exemplo prático no Norte do Brasil
Em Almas, no Tocantins, a mineradora Aura Almas implementou o Programa Equilíbrio. A iniciativa incentiva colaboradores e suas famílias a cuidarem de corpo, mente e alma. Dessa forma, promove saúde física, bem-estar emocional e equilíbrio de vida. Isso aumenta engajamento, satisfação pessoal e retenção de talentos.
Segundo Edilson Medeiros, gerente de Recursos Humanos da Aura Almas, o programa faz parte da cultura corporativa Aura 360, onde o cuidado com o capital humano é um pilar estratégico. Além disso, o programa demonstra um olhar amplo sobre os colaboradores, indo além de apenas criar um ambiente de trabalho saudável.
Gabriel Sapucaia, diretor de operações e idealizador do programa, complementa: “Enquanto os desafios do dia a dia nos pressionam, o Programa Equilíbrio incentiva as pessoas a priorizarem o bem-estar integral. Isso impacta positivamente no desempenho profissional e na convivência familiar, fortalecendo vínculos e promovendo qualidade de vida.”
Tendência global consolidada
O caso da Aura Almas reflete uma tendência crescente. Programas de bem-estar estão ligados à produtividade, engajamento e retenção. Por isso, empresas que ignoram essa realidade podem ter custos maiores com rotatividade, absenteísmo e baixo engajamento.
Em um cenário em que o bem-estar no trabalho se consolida como parte central da estratégia corporativa, iniciativas como o Programa Equilíbrio mostram que valorizar pessoas está conectado à geração de resultados sustentáveis, conclui Bernardo Mascarenhas. Portanto, investir em bem-estar não é apenas cuidado, mas estratégia.
