Slot minimiza polêmica e celebra retorno de Salah ao Liverpool
O retorno de Mohamed Salah ao Liverpool foi tratado com naturalidade e otimismo pelo técnico Arne Slot, mesmo após o episódio de tensão pública que marcou a relação entre jogador e clube nas últimas semanas. O treinador deixou claro que a presença do atacante egípcio segue sendo vista como fundamental para o elenco.
Aos 33 anos, Salah está finalizando sua participação na Copa Africana de Nações, onde o Egito disputa a partida pelo terceiro lugar contra a Nigéria neste sábado. Assim que encerrar o compromisso com a seleção, o atacante deve se reapresentar ao clube inglês.
O clima entre as partes havia se deteriorado após o empate por 3 a 3 com o Leeds United, quando Salah criticou publicamente o Liverpool, afirmando que havia sido “jogado para baixo do ônibus”. Na ocasião, o atacante também mencionou um desgaste na relação com Slot. Desde então, o egípcio ficou fora do time titular em três partidas consecutivas e não começava jogando desde novembro.
Apesar do episódio, o técnico holandês adotou um discurso conciliador e reforçou a importância do camisa 11. “Mesmo que eu tivesse 15 atacantes à disposição, ficaria feliz em tê-lo de volta”, afirmou Slot, ao comentar o retorno do jogador.
O Liverpool vive uma sequência de 11 jogos de invencibilidade em todas as competições, mas o alto número de empates na Premier League impede a equipe de se aproximar da liderança. Atualmente, os Reds ocupam a quarta colocação, com 14 pontos de desvantagem para o Arsenal.
Slot reconheceu que o desempenho poderia ser melhor, especialmente no campeonato inglês. “O ideal seria transformar essa invencibilidade em vitórias. Evoluímos bastante, mas ainda há espaço para crescer”, avaliou.
Além de Salah, o treinador comentou a situação do lateral Andy Robertson, que perdeu espaço na equipe e hoje disputa posição com Milos Kerkez. Slot elogiou a postura do veterano, destacando sua maturidade diante da redução de minutos em campo e reforçando sua importância histórica para o clube, mesmo sem garantir titularidade absoluta.
