O que se sabe sobre o adolescente morto por disparo acidental em chácara no interior do Tocantins
A Polícia Civil investiga a morte de um adolescente de 15 anos que foi baleado por um disparo acidental em uma área rural do município de Esperantina, no norte do Tocantins. Conforme informações da Polícia Militar, o tiro foi efetuado por uma criança de 11 anos enquanto ela manuseava uma arma artesanal.
O caso aconteceu no domingo (4), um dia antes do aniversário em que a vítima completaria 16 anos. A ocorrência foi registrada como homicídio culposo, sem intenção de matar. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que as investigações continuam.
Até o momento, nenhum suspeito foi apontado. Veja abaixo os principais pontos do caso:

1. Quem era o adolescente?
A vítima foi identificada como Felipe da Cunha Sousa. Ele era filho de um servidor da Secretaria Municipal de Saúde de Esperantina.
2. Onde ocorreu o incidente?
O disparo aconteceu em uma chácara localizada no assentamento PA Mulatos, na zona rural de Esperantina, no norte do estado.
3. Como foi o disparo?
Segundo a PM, a criança de 11 anos manipulava uma arma de fabricação caseira quando o disparo aconteceu e atingiu Felipe. Testemunhas disseram que tudo foi acidental e sem intenção de ferir.
4. Quem era o dono da arma?
A arma, de fabricação artesanal, estava sob a responsabilidade de um familiar. Um homem de 36 anos foi identificado como o proprietário e entregou voluntariamente o armamento à polícia.
5. O que aconteceu depois do disparo?
Felipe foi levado ao Hospital Regional de Augustinópolis, mas infelizmente não resistiu aos ferimentos. O corpo passou por exame no Núcleo Regional de Medicina Legal de Araguatins antes de ser liberado para a família.
6. O caso está sendo investigado?
Sim. O caso foi registrado como homicídio culposo e omissão de cautela no uso de arma de fogo. A 7ª Delegacia de Polícia de Esperantina conduz a investigação para esclarecer os detalhes.
7. O que foi feito em relação à criança?
A criança foi levada à delegacia junto com seu responsável legal. As medidas tomadas seguiram as normas do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
