Trio é preso por vender medicamentos falsos via delivery e grupos de WhatsApp; polícia apreende 820 vapes Curitiba (PR)
Três homens, de 26, 30 e 41 anos, foram presos suspeitos de usar um esquema de delivery para vender medicamentos falsos por meio de grupos de WhatsApp. A investigação, iniciada em 2023, contou com compras controladas feitas por policiais infiltrados, o que ajudou a identificar os envolvidos. A conta para pagamento estava em nome do suspeito de 41 anos, apontado como líder da associação criminosa.
Segundo a polícia, eram comercializados vapes, toxina botulínica, Ozempic, canabidiol, inibidores de apetite, injetáveis para redução de gordura localizada e esteroides anabolizantes — parte sem registro na Anvisa e com validade vencida. Os suspeitos de 30 e 26 anos atuavam no estoque e envio; eles foram detidos em uma casa no Pinheirinho, onde foram apreendidos 820 cigarros eletrônicos, anabolizantes, munições, máquinas de cartão e documentos do chefe do grupo. Uma quarta pessoa é investigada.
Os presos responderão por associação criminosa armada, posse de munição de uso permitido, falsificação de medicação e receptação. O líder tem extensa ficha criminal (ameaças a agentes penitenciários, tráfico, receptação, roubo e tentativa de homicídio), já fugiu duas vezes da prisão e estava em liberdade condicional, usando endereço falso no Sítio Cercado — por isso também foi autuado em flagrante por falsidade ideológica. Na delegacia, ele tentou escapar entortando a algema com um clipe de papel, mas foi contido.
