As praias mais perigosas do mundo e 3 estão no Brasil
Quando se fala em praia, logo vem à mente descanso, sol e diversão. Mas nem todas as faixas de areia pelo mundo são sinônimo de tranquilidade. Algumas se tornaram conhecidas por riscos que vão desde ataques de animais até fortes correntes marítimas. E o detalhe que chama atenção: três dessas praias estão no Brasil.
Praia de New Smyrna (EUA)
Localizada na Flórida, é considerada a “capital mundial dos ataques de tubarão”. O número de incidentes registrados ao longo dos anos é tão alto que especialistas recomendam evitar nadar em determinadas épocas do ano.

Praia de Gansbaai (África do Sul)
Famosa pelo mergulho em gaiola, Gansbaai é conhecida pela grande concentração de tubarões-brancos. A região atrai turistas em busca de adrenalina, mas não é um local indicado para banhos comuns.
Praia de Hanakapiai (Havaí)
Apesar do visual paradisíaco, a correnteza extremamente forte já resultou em dezenas de afogamentos. O mar é traiçoeiro e não há salva-vidas por perto, o que aumenta ainda mais o perigo.

As três praias brasileiras que figuram na lista
Boa Viagem (Recife – PE)
A bela orla de Recife esconde um risco real: ataques de tubarão. Estudos apontam que a construção do porto de Suape alterou o ecossistema da região, aumentando a presença dos animais próximos à costa.

Praia de Copacabana (Rio de Janeiro – RJ)
Apesar de mundialmente famosa, Copacabana está entre as mais perigosas por outro motivo: furtos e assaltos. O grande fluxo de turistas atrai criminosos, e visitantes são frequentemente alertados para redobrar a atenção.
Praia de Jericoacoara (Ceará)
Um destino de tirar o fôlego, mas que exige cuidado. As fortes correntes e ventos intensos, somados à prática de kitesurfe, já causaram acidentes graves. Quem não conhece bem o mar pode se colocar em risco.

Conclusão
Essas praias mostram que beleza natural nem sempre anda de mãos dadas com segurança. Quem pretende visitar esses locais deve estar atento, respeitar placas de sinalização, seguir orientações dos órgãos locais e, acima de tudo, não subestimar a força da natureza.
