Fifa cogita mudanças no Mundial de Clubes, incluindo frequência e representatividade
Em entrevista coletiva realizada neste sábado (12), durante o balanço do Mundial de Clubes 2025, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, sinalizou possíveis transformações na estrutura da competição para futuras edições. Sem confirmar detalhes específicos, o dirigente abriu margem para discussões sobre a periodicidade do torneio e o número de equipes participantes.
Durante o evento em Nova York, Infantino destacou a importância do momento atual, enfatizando a representatividade global da competição. Ele mencionou especificamente a presença de cinco continentes na final entre Chelsea e PSG, caracterizando o evento como “histórico”.
Um dos pontos principais levantados pelo presidente da Fifa foi a possível revisão do sistema de classificação dos clubes por país. Atualmente, o Brasil possui quatro representantes no Mundial, enquanto países europeus como Inglaterra, Espanha, Itália e Alemanha têm dois cada.

“Recebemos críticas justas sobre o sistema de participação dos clubes”, afirmou Infantino, sugerindo que futuras edições, especialmente a de 2029, podem ter modificações nos critérios de classificação. A possibilidade de alteração na periodicidade do torneio – de quatro para dois anos – também foi colocada em discussão.
O dirigente ressaltou que, no momento, o foco está em celebrar o evento atual, usando a expressão latina “Carpe Diem” para enfatizar a importância de viver o presente. No entanto, deixou claro que reflexões sobre o futuro do Mundial de Clubes estão em andamento.
A declaração de Infantino deixa em aberto expectativas para potenciais mudanças que podem redesenhar o formato da competição nos próximos anos, mantendo o interesse da comunidade esportiva internacional.
