Polícia aponta excesso de velocidade em acidente que matou Diogo Jota e irmão
A Guarda Civil da Espanha informou nesta terça-feira (8) que o carro do jogador português Diogo Jota provavelmente trafegava em alta velocidade no momento do acidente que tirou sua vida e a do irmão, André Silva. O caso, ocorrido na última quinta-feira (3) em Zamora, no noroeste da Espanha, ainda está sob investigação.
De acordo com a polícia, marcas deixadas por uma das rodas do veículo indicam que o Lamborghini conduzido por Jota pode ter ultrapassado o limite permitido na rodovia, que é de 120 km/h. A hipótese de excesso de velocidade já era uma das principais linhas da investigação.
Outro fator apurado pela Guarda Civil é o possível mau estado de conservação da estrada. O pneu do carro estourou durante uma ultrapassagem, e a polícia não descarta que o acidente tenha sido causado por uma combinação entre o excesso de velocidade e as condições da via.
A confirmação de que Diogo Jota era o condutor do veículo foi feita também nesta terça-feira pelas autoridades. Após sair da pista, o carro pegou fogo, e os dois ocupantes morreram carbonizados.
O acidente chocou o mundo do futebol. Jota, de 27 anos, era atacante do Liverpool e da seleção portuguesa, e havia disputado a última Eurocopa. Moradores da região relataram à imprensa espanhola problemas no mesmo trecho da rodovia. Uma mulher afirmou que sofreu acidente semelhante em 2022, quando o pneu de seu carro também estourou no local.
