Real Madrid e Barcelona disputam título da Copa do Rei, com Endrick em busca de prêmio inédito
Neste sábado (26), Real Madrid e Barcelona se enfrentam pela grande final da Copa do Rei de 2025, em um duelo que promete grandes emoções. Além da disputa pelo título, o atacante brasileiro Endrick, ex-Palmeiras, pode conquistar seu primeiro prêmio individual na Europa.
Apesar de não ter sido amplamente aproveitado por Carlo Ancelotti nas demais competições da temporada, Endrick se destacou no torneio eliminatório, disputando todas as cinco partidas do Real Madrid e marcando cinco gols, a maior marca do time até o momento da decisão. O jovem atacante divide a artilharia da Copa do Rei com Julián Alvarez, do Atlético de Madrid, e Ferran Torres, do Barcelona. O argentino, eliminado na semifinal, torce para que seus “adversários” na disputa pela artilharia fiquem em branco na final, garantindo-lhe o prêmio.

Além da possibilidade de conquistar o título individual, Endrick pode se tornar o primeiro brasileiro a ser o maior goleador de uma edição da Copa do Rei desde 2015, quando Neymar marcou sete gols na campanha do 27º título do Barcelona.
Bronca de Ancelotti após falha contra o Getafe
Endrick, que foi titular na última partida do Real Madrid contra o Getafe pelo Campeonato Espanhol, viu seu desempenho ser alvo de críticas por parte do técnico Carlo Ancelotti. Durante o jogo, aos 11 minutos do segundo tempo, com o Real Madrid já vencendo por 1 a 0, o jovem atacante teve uma oportunidade clara de gol, mas errou na tentativa de cavadinha. A bola saiu fraca e sem direção, sendo facilmente recuperada pelo goleiro adversário, David Soria.
Cerca de oito minutos depois, Endrick foi substituído por Jude Bellingham. Na coletiva pós-jogo, Ancelotti não escondeu seu descontentamento com a falha do brasileiro.
“Ele teve duas oportunidades. Na primeira, não poderia ter feito melhor. Na segunda, talvez estivesse impedido, mas ele não pode cometer esse tipo de erro. É jovem, deve aprender. Ele deve chutar o mais forte possível”, afirmou o treinador.
Ancelotti também fez uma crítica ao estilo de jogo de Endrick, dizendo: “Não deve fazer o clube de teatro. No futebol, o clube de teatro não existe”, finalizou o técnico.
