Rafaelle usa experiência para auxiliar as mais jovens da Seleção
Com uma bagagem que inclui duas Copas do Mundo, um Pan-Americano e duas Olimpíadas (2016 e 2021), a zagueira Rafaelle é uma das jogadoras com mais experiência na Seleção Brasileira que vai disputar os Jogos Olímpico de Paris. Por conta disso, tem um papel a mais na equipe – ajudar a passar tranquilidade para as mais jovens.
Ela admite a ansiedade pelo começo da competição e ressalta que o jogo de estreia do Brasil, dia 25, contra a Nigéria, á muito importante.

“As meninas que vão disputar pela primeira vez uma estreia em olimpíada sentem um friozinho na barriga um pouco mais intenso. Sempre tem um peso, mas é um passo de cada vez. É o que eu digo sempre pra elas: a gente tem que acertar o primeiro passe para ganhar confiança e construir nosso resultado no jogo”, disse Rafaelle.
Com autoridade de quem mantém performance de alto rendimento no Orlando Pride, pela Liga de Futebol Feminino dos EUA, Rafaelle alerta suas colegas para que evitem pressa no início das partidas durante as Olimpíadas de Paris.
“Não adianta querer resolver nos 10, 15 primeiros minutos porque o jogo é de 90. Hoje, ainda com o VAR, e todos os acréscimos, cada partida vai para 100 minutos.”
Rafaelle comentou sobre a ótima fase do Orlando Pride e das atletas brasileiras, como ela, que atuam no clube norte-americano.
“Vivemos um momento especial no clube e isso é muito bom para a Seleção, pois favorece no entrosamento dentro e fora de campo. Queremos passar essa alegria para a equipe, que está cada vez mais sincronizada. Vejo isso nos treinos aqui na Granja Comary. Sinto nosso time embalado para a competição.”
