• Anuncie conosco
  • Quem somos
  • Contato
  • Jornal Surgiu
Ver todos
Surgiu nº 170 – 16/07/2026

Surgiu nº 170 – 16/07/2026

Surgiu nº 169 – 09/07/2026

Surgiu nº 169 – 09/07/2026

Surgiu nº 168 – 30/06/2026

Surgiu nº 168 – 30/06/2026

Surgiu nº 167 – 18/06/2026

Surgiu nº 167 – 18/06/2026

  • Home
  • Notícias
  • Esportes
    • Nacional
    • Internacional
    • Estadual
    • Competições
  • Tocantins
    • Tocantins
    • Araguaína
    • Palmas
    • Paraíso
    • Barrolândia
    • Bernardo Sayão
    • Caseara
    • Chapada de Areia
    • Divinópolis
    • Dois Irmãos
    • Goianorte
    • Lajeado
    • Marianópolis
    • Nova Rosalândia
    • Pugmil
  • Brasil
    • Educação
    • Justiça
    • Saúde
  • Mundo
  • Entretenimento
    • Entretenimento
    • ExpoBrasil
    • Marketing Digital
    • Moda & Beleza
    • Tecnologia
  • Policial
  • Política
28/07/2026
  • Home
  • Notícias
  • Esportes
    • Nacional
    • Internacional
    • Estadual
    • Competições
  • Tocantins
    • Tocantins
    • Araguaína
    • Palmas
    • Paraíso
    • Barrolândia
    • Bernardo Sayão
    • Caseara
    • Chapada de Areia
    • Divinópolis
    • Dois Irmãos
    • Goianorte
    • Lajeado
    • Marianópolis
    • Nova Rosalândia
    • Pugmil
  • Brasil
    • Educação
    • Justiça
    • Saúde
  • Mundo
  • Entretenimento
    • Entretenimento
    • ExpoBrasil
    • Marketing Digital
    • Moda & Beleza
    • Tecnologia
  • Policial
  • Política
  • Anuncie conosco
  • Quem somos
  • Contato
  • Jornal Surgiu
  • Home
  • Notícias
  • Esporte
  • Tocantins
  • Brasil
  • Mundo
  • Entretenimento
  • Policial
  • Jornal Surgiu
  • Anuncie conosco
  • Quem somos
  • Contato
  • Jornal Surgiu
BUSCAR

Média de mortes de quilombolas dobra entre 2018 e 2022, diz pesquisa

Brasil — 18/11/2023 - 08:25 Por:  Luiz Claudio Ferreira

Três meses após o assassinato de Maria Bernadete Pacífico, a Mãe Bernadete, do Quilombo de Pitanga dos Palmares, na Bahia, a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq) e a Terra de Direitos divulgaram, nesta sexta-feira (17), um estudo que mostra o crescimento da violência em comunidades tradicionais. Segundo a nova edição da pesquisa Racismo e Violência contra Quilombos no Brasil, a média anual de assassinatos praticamente dobrou nos últimos cinco anos, se comparado ao período de 2008 a 2017.

A morte de Mãe Bernadete, em agosto, não está contabilizada no estudo. Em 2023, há um levantamento preliminar de sete mortes. A pesquisa mostra que, entre 2018 e 2022, houve 32 assassinatos em 11 estados. Ainda de acordo com o estudo, as principais causas desses ataques foram conflitos fundiários e violência de gênero.

Foto: ACEV Brasil

Ao menos 13 quilombolas foram mortos no contexto de luta e defesa do território. As entidades pretendem entregar o estudo a autoridades do Executivo federal e estaduais e secretarias de Justiça dos estados, além do Poderes Legislativo e Judiciário a partir desta sexta-feira.

Siga o Surgiu no Google Adicionar como Fonte Preferida

Veja também

BR-452 terá recuperação do asfalto e testes de qualidade

Lancha afunda em Conceição do Araguaia e ocupantes são resgatados por barqueiro

Julho destaca motoristas, motociclistas e socorristas e reforça compromisso com a segurança no trânsito

Na primeira edição da pesquisa (2008 a 2017), havia um mapeamento de 38 assassinatos ocorridos no período de dez anos (2008-2017). A média anual de assassinatos, que era de 3,8, passou a ser de 6,4 ao ano. Em 15 anos, 70 quilombolas foram assassinados.

Racismo

Segundo uma das pesquisadoras, a socióloga Givânia Maria da Silva, coordenadora do coletivo nacional de educação da Conaq, o levantamento foi feito em campo nas próprias comunidades. Ela identifica que os números vão além do que é noticiado pelos meios de comunicação e espelham uma estrutura racista da sociedade brasileira.

A questão da terra no Brasil é fundamental na discussão, assinalam as entidades pesquisadoras. “Ao falar da política de terra, a gente vê o quanto essa questão é atravessada pelo racismo. No Brasil, a impressão que eu tenho é que falar de terra, tendo pessoas negras como proprietárias, parece que ainda é mais grave”, acentua.

O coordenador da Terra de Direitos, Darci Frigo, sublinha que demonstrações de racismo estrutural e institucional formam o pano de fundo da violência. Ele acrescenta que a morosidade do processo de regularização fundiária proporciona que a violência se amplie. Por isso, é necessário, explica, que a gestão pública atue tanto no combate à violência como nas ações de garantia de direitos. “Não ter política pública gera mais violência”, opina.

Os estados do Maranhão (9), Bahia (4), Pernambuco (4) e Pará (4) têm os maiores números de casos. “Se a gente fosse atualizar, a Bahia estaria em primeiro lugar. A Mãe Bernadette morreu da mesma forma que o filho dela. O filho morreu reivindicando o território e ela buscando justiça pela morte do filho. É mais um direito silenciado a partir do assassinato”, afirmou.

Comunidades como alvos

O filho de Mãe Bernadete, Jurandir Wellington Pacífico, de 43 anos, também entende que a falta da titulação da terra propiciou o assassinato da mãe dele. “As terras quilombolas são fontes de energia e também são alvos da grilagem e do tráfico”, disse o gestor cultural, que também é liderança do Pitanga dos Palmares. “Minha mãe era uma representante mundial da causa e que sempre lutou pelo empoderamento feminino”, acrescenta.

A socióloga Givânia Silva entende que a pesquisa pode trazer mais visibilidade às necessidades dos governos federal e estaduais de darem mais atenção à problemática, uma vez que houve perda de orçamento para segurança pública desde 2016.

As entidades realizadoras do estudo explicam que, além de assassinatos, o estudo traz um levantamento de violações de direitos sofridos por comunidades quilombolas em que houve identificação de morte causada por crimes.

Segundo a pesquisa, em 10 das 26 comunidades em que foram registrados assassinatos não há processos abertos no Instituto Nacional de Reforma e Colonização Agrária (Incra), autarquia responsável pela regularização fundiária dos territórios quilombolas. Nessa situação, sete assassinatos (70%) foram motivados por conflitos fundiários.

Entre os 11 quilombos que estão totalmente ou parcialmente titulados, os conflitos fundiários representaram 27% dos assassinatos. O estudo chama atenção para 1.805 processos abertos no Incra para regularização fundiária de territórios quilombolas, segundo a Fundação Palmares

Proteção dos defensores

As entidades recomendam que o Estado e municípios elaborem planos de titulação dos territórios quilombolas, com metas concretas anuais, orçamento adequado e estrutura administrativa para a titulação dos territórios quilombolas. O levantamento reitera a necessidade de proteção a defensores e defensoras de direitos humanos.

Nessa linha, o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania reinstalou a Comissão Nacional do Enfrentamento à Violência no Campo. O grupo, em reunião nesta semana, reiterou a necessidade de consolidação da proteção coletiva de povos indígenas e quilombolas.

A comissão pretende definir protocolo de investigação de crimes praticados “contra defensores de direitos humanos e a morosidade das ações voltadas à reforma agrária e demarcação de territórios tradicionais que acaba por escalar tensões e conflitos”.

Os membros do grupo devem ter encontros mensais para elaborar uma proposta de anteprojeto de lei sobre a Política Nacional de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, aos Comunicadores e aos Ambientalistas. O prazo para conclusão do trabalho é de seis meses.

A página do Incra (autarquia responsável pela titulação dos territórios quilombolas) aponta que a política de regularização fundiária de terras quilombolas é “de suma importância para a dignidade e garantia da continuidade desses grupos étnicos”. O endereço disponibiliza documentos como o acompanhamento de processos de regularização quilombola e a relação de processos de regularização de territórios quilombolas abertos.

Dor e luto

Filho da Mãe Bernadete, Jurandir Pacífico, mesmo em dias de dor e luto, busca honrar a memória de luta da mãe. No ano que vem, pretende inaugurar um instituto que leva o nome dela com o objetivo de manter todo o legado cultural e social da mãe. Além disso, quer ajudar comunidades com documentação.

“O instituto terá a responsabilidade de desenvolver e executar o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação, que é fundamental para registro e titulação das terras quilombolas”, frisou. É assim também que ele quer fazer valer, na prática, o que repete diariamente em sua comunidade: “Mãe Bernadete, presente”.

Acompanhe o Surgiu

No WhatsApp

No Instagram

Compartilhe

  • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Clique para compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
  • Clique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela) LinkedIn
  • Clique para compartilhar no Reddit(abre em nova janela) Reddit
  • Clique para compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
  • Clique para imprimir(abre em nova janela) Imprimir

Tópicos: MÉDIA, MORTES, QUILOMBOLAS

Deixe seu comentário Cancelar resposta

Seu e-mail não será publicado. Os comentários passam por moderação antes de aparecer.

Notícias relacionadas

Na média, bem ou mal? Estudo revela o patamar de Neymar em comparação aos outros 47 camisas 10 da Copa de 2026

Na média, bem ou mal? Estudo revela o patamar de Neymar em comparação aos outros 47 camisas 10 da Copa de 2026

Confiança da indústria no Tocantins recua e fica abaixo da média de confiança

Confiança da indústria no Tocantins recua e fica abaixo da média de confiança

Campeonato Tocantinense registra pior média de gols na estreia desde 2000

Campeonato Tocantinense registra pior média de gols na estreia desde 2000

Sicredi – Institucional – 728×90

Leia mais de Brasil

Lancha afunda em Conceição do Araguaia e ocupantes são resgatados por barqueiro

Lancha afunda em Conceição do Araguaia e ocupantes são resgatados por barqueiro

Julho destaca motoristas, motociclistas e socorristas e reforça compromisso com a segurança no trânsito

Julho destaca motoristas, motociclistas e socorristas e reforça compromisso com a segurança no trânsito

Odelmo Leão, ex-prefeito de Uberlândia (MG) e ex-deputado federal, morre aos 80 anos

Odelmo Leão, ex-prefeito de Uberlândia (MG) e ex-deputado federal, morre aos 80 anos

Resultado do Super Sete 878: R$ 4,1 milhões em jogo; veja os números sorteados

Resultado do Super Sete 878: R$ 4,1 milhões em jogo; veja os números sorteados

Resultado da Dupla Sena 2988: R$ 2 milhões em jogo; veja as dezenas sorteadas

Resultado da Dupla Sena 2988: R$ 2 milhões em jogo; veja as dezenas sorteadas

Resultado da Quina 7076: R$ 23 milhões em jogo; veja as dezenas sorteadas

Resultado da Quina 7076: R$ 23 milhões em jogo; veja as dezenas sorteadas

Araguaína – Investe 5/26 – 300×250

Mais lidas da semana

1

Câmara de Paraíso do Tocantins conclui revisão final de edital para contratação da banca do concurso público

vídeo com adolescente
2

Mulher é presa após gravar vídeo com adolescente de 13 anos e ter imagens divulgadas

corpo de empresário
3

Corpo de empresário desaparecido é encontrado; amigo é apontado como mentor do crime

4

Quem era Divino Careca, agropecuarista encontrado morto em Paraíso do Tocantins

5

ACIP e Polícia Militar lançam patrulhamento noturno reforçado e canal direto contra furtos em Paraíso

Bem Maior – Institucional – 300×250
BRK – Chuva – Novembro 2024 – 300×250
Lojas Ricardos – Institucional – 300×250

Últimas notícias

*

Após ação do MPTO, Justiça anula concurso público de Nova Olinda por graves irregularidades na aplicação das provas 

*

Pix já lidera nas compras do dia a dia, mas cartão parcelado segue como maior fonte de dívida no Brasil

*

Maurício Buffon garante que, eleito deputado federal, trabalhará para equipar Patrulha Rural e contribuir com PM, PC, Bombeiros e Guardas Municipais

*

Vereador mais jovem eleito da história da capital reforça compromisso onde iniciou sua trajetória política e amplia diálogo com lideranças e comunidades

*

Segundo pesquisa Lucro Ativo, Marcos Júnior lidera nominata do Podemos e fortalece pré-candidatura à Assembleia Legislativa

Surgiu

Institucional

  • Expediente
  • Redação
  • Comercial
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade

Serviços

  • Jornal Surgiu
  • Publicidade Legal
  • Últimas Notícias

Comunidades

  • Siga no Instagram
  • Siga no Facebook
  • Siga no X
  • Inscrever-se no Youtube
  • Contate-nos pelo WhatsApp
© 2008-2026, Surgiu. Todos os direitos reservados. - Desenvolvido por Teech.com.br