Mãe comove ao relatar transformação de menino resgatado em orfanato na Bulgária
Quando Priscilla Morse viu a foto do pequeno Ryan, no Facebook, em julho de 2015, ela teve uma certeza: precisava salvá-lo. Moradora de Nashville, no Tennesse (EUA), ela ignorou a presença de um oceano entre ela e o menino, que se encontrava subnutrido em um orfanato de Sófia, na Bulgária, após ser encontrado abandonado na rua. Priscilla, então, partiu para lá com o objetivo de adotá-lo.
Chegando ao solo búlgaro, encontrou o garotinho pesando apenas 3 kg, aos 7 anos de idade. Passou duas semanas convivendo com Ryan em processo de adaptação enquanto dava entrada na papelada para adoção e traslado do menino para os Estados Unidos. “As fotos não mostram o estado real dele. Quando o vi em seu quarto, tive certeza que ele iria morrer. Implorei ao meu marido para que o adotássemos. A Bulgária é um país lindo, mas não há por lá recursos suficientes para cuidar corretamente de um caso como o dele. Tudo que ele precisava era de um tubo de alimentação”, comentou Priscilla, em entrevista ao jornal “Metro”.
A adoção ocorreu apenas em outubro do ano passado. Agora, 11 meses depois, Ryan engordou,se encontra saudável e já pesa 10 kg, bem distante do quadro em que foi encontrado. “Meu dedo indicador era do tamanho de sua coxa”, relembra a mãe, que também foi adotada quando pequena. “Quando voltamos pros Estados Unidos, fomos direto ao Hospital Infantil Vanderbilt, nem passamos em casa”, recorda Priscilla, que já é mãe de outra criança, também adotada há quatro anos.
“Os médicos relataram que nunca haviam visto algo parecido: um menino basicamente passar fome por sete anos e se manter vivo”, afirma a mãe de Ryan, que passou a se alimentar sem o tubo apenas em março deste ano. Ele já emite alguns sons, sorri e consegue fazer contatos visuais, segundo Priscilla. “Ainda vão ser necessários muitos anos para que ele evolua concretamente. Mas sei que ele é a criança mais feliz do mundo. Acorda sorrindo e vai dormir sorrindo. É o bebê da família”, celebra.
Ryan é acompanhado de perto por diversos médicos. Segundo diagnósticos em conjunto, ele é portador de paralisia cerebral, que seria a suposta causa de seu abandono, além de um nanismo agudo decorrente de seu longo quadro de subnutrição.
“Eu chamaria a atenção de pessoas que querem adotar uma criança para que olhem com carinho para aquelas portadoras de deficiência”, alerta Priscilla, que esta semana, em seu Facebook, postou um texto em homenagem a Ryan. “Seu cabelo é espesso e brilhante, sua pele não é mais pálida, seus lábios estão cor-de-rosa. Agradeço a Deus por me permitir a restauração desta criança”, celebrou a mãe em sua publicação. Em tempo: ela administra uma página no Facebook em que exibe o progesso de Ryan em fotos e vídeos.


It was about a year ago when I started my fight for a feeding tube for Ryan. He was emaciated, covered in body hair as a last ditch effort made by his system to keep warm and sustain life. He was dying. Now, he is moving into 24m/2T clothing and weighs 23 pounds. His hair is thick and shiny, his skin is no longer pale but a lovely olive shade that is representative of his Roma heritage. His lips are full and pink and he just LOOKS like a thriving, healthy little boy. I am thankful to God for restoring this child, I am thankful to God for answering my prayer to break my heart for what breaks His because it led me to this boy who all but owns me.
❤️ If anyone wants to follow his story he has a page, Saving Baby Ryan.
(Extra/ Foto: Reprodução/Facebok)
