Eduardo Gomes garante R$ 10,8 milhões para saúde em 16 municípios do Tocantins
A articulação do vice-presidente do Senado, Eduardo Gomes, resultou na liberação de R$ 10.870.786,00 para fortalecer a saúde em 16 municípios do Tocantins. Além disso, os recursos têm como foco o custeio de serviços de média e alta complexidade.
Os valores são provenientes do teto MAC (Média e Alta Complexidade), modalidade do Ministério da Saúde voltada ao financiamento de serviços especializados. Dessa forma, os recursos permitem ampliar atendimentos como exames, cirurgias, procedimentos ambulatoriais e hospitalares. Além disso, o investimento contribui para a manutenção de unidades com maior nível de complexidade.
Com isso, a rede pública ganha mais estrutura para atender demandas que vão além da atenção básica. Assim, os municípios conseguem ampliar a capacidade de resposta no atendimento à população.
Municípios contemplados
Ao todo, 16 cidades foram beneficiadas com os recursos. Entre elas estão:
- Araguanã (R$ 105,6 mil)
- Caseara (R$ 102,7 mil)
- Colinas (R$ 3 milhões)
- Colméia (R$ 318,5 mil)
- Couto Magalhães (R$ 194,1 mil)
- Dois Irmãos (R$ 256,3 mil)
- Dueré (R$ 408,7 mil)
- Lagoa da Confusão (R$ 441,6 mil)
- Lajeado (R$ 500 mil)
- Monte do Carmo (R$ 322,7 mil)
- Palmeirópolis (R$ 573,3 mil)
- Paraíso (R$ 2 milhões)
- Pequizeiro (R$ 513,7 mil)
- Santa Fé do Araguaia (R$ 268,4 mil)
- Silvanópolis (R$ 364,7 mil)
- Tocantinópolis (R$ 1,5 milhão)
Investimento deve ampliar atendimentos
Segundo Eduardo Gomes, o repasse deve impactar diretamente a qualidade dos serviços prestados à população. “Estamos garantindo suporte para procedimentos mais complexos. Além disso, vamos reduzir filas e ampliar a capacidade de atendimento”, afirmou.
Dessa forma, o investimento fortalece a estrutura hospitalar dos municípios. Ao mesmo tempo, melhora o acesso da população a serviços especializados.
Recursos já foram autorizados
O Ministério da Saúde já autorizou os recursos. Agora, as prefeituras devem executar os valores diretamente nas ações de saúde. Assim, a expectativa é de que os municípios ampliem a oferta de atendimentos e, consequentemente, melhorem a eficiência da rede pública.
