Genro atropela e mata sogro durante discussão após jovem não aparecer em trabalho, em Londrina no Paraná
Um crime brutal aconteceu em Londrina, no norte do Paraná, no sábado (6), quando um homem de 22 anos, identificado como S. C. S., atropelou e matou seu sogro, J. L. P. J., de 40 anos. O assassinato ocorreu após uma discussão entre os dois, relacionada à ausência de S. C. S., em um trabalho que o sogro havia arranjado para ele.
Segundo o delegado Miguel Chibani, a tensão entre os familiares começou quando S. C. S., que havia começado a trabalhar na limpeza de piscinas a pedido de J. L. P. J., não apareceu em um dos dias acordados para o serviço. A falta de compromisso gerou uma troca de xingamentos entre eles por telefone, o que provavelmente levou à discussão no dia do crime.
No dia do ocorrido, S. C. S., foi até a casa do sogro, localizada em um condomínio de chácaras na zona rural de Londrina, onde os dois discutiram fora do imóvel. Após a discussão, S. C. S., entrou no carro, deu a volta na rua e parou a poucos metros de J. L. P. J. O sogro pediu que o genro descesse do carro para conversar, mas não conseguiu convencê-lo. Em seguida, o genro acelerou o veículo, atropelando J. L. P. J., que foi lançado ao solo e bateu a cabeça, morrendo no local.

Após o atropelamento, S. C. S., ainda desembarcou do carro e discutiu com sua convivente, tentando justificar o ato alegando que J. L. P. J., teria se projetado na frente do veículo, o que foi desmentido. Durante a discussão, o genro afirmou que, se encontrasse o sogro novamente, o mataria, o que levou à decretação de sua prisão preventiva.
O genro está foragido e é procurado pela Polícia Civil, que investiga o caso. S. C. S., responderá por homicídio, com qualificadoras como motivo fútil e uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima.
J. L. P. J., trabalhava como cultivador e vendedor de verduras. O corpo da vítima foi sepultado no domingo (7), no cemitério Parque das Allamandas. O caso segue sendo investigado, e a Polícia Civil solicita que denúncias sejam feitas pelos números (43) 3329-1833, (43) 3329-1835 ou pelo Disque-Denúncia 18.
