Descaso da Educação Tocantins
O Intistuto Serra Estrondo através do projeto da Escola Ambiental Tamanduá Mirim que vem desde o ultimo dia 21 de agosto atentendo as Escolas da Rede Estadual de Paraiso sente na pele a falta de compromisso por parte da Secretaria Estadual de Educação no tocante a valorizar o projeto da Escola que hoje é referência para vários municíoios e Instituições de Ensino Superior que aproveitou a veracidade do projeto para elaborar Artigo Cientifico.
De acordo César Lustosa Diretor Presidente do Instituto Serra Estrondo, no dia 27 de março de2009 foi dado entrada no Projeto junto a Secretaria Estadual de Educação e dias depois fomos convidados pela Secretária da época Professora Dorinha para que pudessemos fazer uma melhor explanação do mesmo, e oportuno fomos com o Deputado José Geraldo de Mello e lá vimos o parecer favorável da Secretária pela relevância do projeto e pela abrangência do mesmo no tocante a um projeto de educação ambiental informal que atendia os requisitos da educação.
De lá o projeto foi encaminhado para o Núcleo de Educação Ambiental da própria Secretaria de Educação, tendo parecer favorável na mesma semana, e desta vez foi encaminhado para o Jurídico para análise e também parecer de legitimidade e orçamento, também tendo o parecer favorável a celebração do Convênio com o Instituto.
A próxima etapa ficou somente a Diretoria de Ensino de Paraiso dar o seu parecer do Projeto e em seguida ser enviado para Secretaria de Educação, de imediato fomos atendidos pelo Ex: Delegado de Ensino Sr. Edmilson Gabino que foi além do seu parecer nos concedeu carta das Escolas Estaduais de Paraiso aprovadando a idéia do projeto nas Escolas.
Em seguida a Secretária Dorinha designou uma equipe da Seduc Palmas para participar do lançamento do Projeto e dar o parecer final da viabilidade e assim oficializar o Convênio. No dia 21 de agosto tivemos o parecer favorável ao projeto, com uma ressalva de que o projeto teria de acontecer dentro das unidades escolares, uma vez que no Centro de Vivência Ambiental não disponibilizava segurança para os alunos durante as Oficinas Ambientais.
Acatamos a decisão e começamos a realizar as Oficinas dentro das unidades escolares e assim tivemos saldos maiores, uma que passamos atender mais alunos durante as Oficinas e o aproveitamento foi superior as nossas expectativas.
Na semana que tudo ficou pronto para oficilizar o Convênio houve a queda do Governo Marcelo Miranda e durante o processo de transição nada poderia ser oficializado.
Logo ápos a nova Eleição e posse do Governador Carlos Henrique reativamos as negociações e o envio de documentação. No dia 14 de setembro novamente aproveitando de uma audência do Deputado José Geraldo com o atual Secretário Leomar Quintanilha e lá expomos tudo que ja viamos tentando oficializar e mais uma vez deixamos uma cópia do projeto, parte do processo que ja arrasta lá desde os meados de março do corrente ano.
Durante a audiência expusemos nossas idéias e perguntamos se podiamos continuar com as Oficinas dentro da Rede Estadual de Ensino e lá tivemos sinal positivo de que podiamos continuar e que o mesmo iria tomar pé da situação.
Agora no mês de dezembro é que começamos a rastrear o projeto e descobrimos que o mesmo teve sua última estada na Diretoria de Finanças da Seduc no dia 22/10 e de lá foi levado em mãos sem protocolo para Superintência de Educação e lá se encontra até a ultima noticia que tivemos. Fomos atrás na referida Superintência de Educação e lá depois de três tentativas fomos recebidos por uma Servidora e Chefe do Departamento, conhecida por nome de “Santa” a qual nos falou de que a Secretaria não tinha dinheiro para arcar com o projeto, para isto se viesse acontecer a Seduc teria de desmontar outra estrutura em outro local para atender excluisamente Paraiso em especial. Ressaltamos que o Estado estava de parabéns, de Paraiso existir um projeto de tamanha envergadura e que estava custando até o presente momento para o Governo nada e se em Paraiso tinha um projeto desse modelo a Secretaria teria mais era de acatar e apoiar quem realmente vem fazendo alguma coisa pelo desenvolvimento sustentável e da Juventude do Estado.
O Projeto tem o protocolo de nº 0020558/2009 com entrada na Seduc no dia 27/03 de março e nada foi oficializado até a presente data. E a partir do dia 21 de agosto passamos a atuar dentro das Escolas Estaduais e não tivemos se quer a segurança ou certeza de que o Convênio seria assinado ou viabilizado no ano de 2010. E porque não nos foi dito isto no início do semestre e ficou arrastando por mais de 10 departamentos dentro da Seduc e nada até o presente foi dito de seguro.
O que lamentos e deixamos isto bem claro para o governo e principalmente a Seduc, é que enquanto o mundo todo se volta para o meio ambiente e para projetos que vem dando certo, em nosso caso fomos deixado de lado sem se quer uma informação segura e precisa.
E temos certeza que o Governador não tem conhecimento destas práticas de isolamento de quem vem fazendo alguma coisa pelo processo de desenvolvimento sustentável do Estado e que em nosso caso estamos tendo esse tratamento de ver um processo desfilando nos departamento da Seduc atrás de pareceres de viabilidade sendo que por onde o mesmo passou teve estes pareceres aprovados. E agora uma Servidora da casa afirma que o mesmo nao seria pago por falta de recursos e que se em 2010 tiver recursos no Orçamento poderia ser viabilizado.
Nós lamentamos, mas não desistimos e vamos continaur com o nosso trabalho em 2010 e até quando Deus nos permitir, porque o nosso trabalho vai além de 4 anos eleitorais, estamos nesta missão a mais de 20 anos e a cidade de Paraiso sabe do nosso compromisso com o meio ambiente. E muitos destes jovens que já passaram por nossas palestras já estão exercendo suas profissões e muitos deles atuando na área ambiental e isto é o mais gratificante para quem lida no campo da educação, ver ressultados na prática. Conclui César Lustosa, Diretor do Instituto Serra Estrondo e Escola Ambiental Tamanduá Mirim.
