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Comunidades quilombolas do TO têm garantia de alimentação de qualidade
Com hortas, quilombolas garantem produção sustentável para autoconsumo e geração de renda
Postada em: 18/07/2013 ás 12:13:50Atualizada:    18/07/2013 ás 21:29:13 Link:
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Comunidades quilombolas de sete municípios tocantinenses são atendidas por um projeto do governo do Estado que visa promover a segurança alimentar voltado à produção sustentável para autoconsumo. O projeto Segurança Alimentar e Nutricional para Comunidades Quilombolas, desenvolvido pela Secretaria de Estado do Trabalho e Assistência Social (Setas), atende 126 famílias e promove benefícios para mais de 630 pessoas direta e indiretamente.

Com a iniciativa, as comunidades de Lagoa da Pedra (Arraias), São Joaquim (Porto Alegre do Tocantins), Laginha (Porto Alegre do Tocantins), Barra da Aroeira (Santa Tereza), Bavieira (Aragominas), Mateiros (Mumbuca), Redenção (Natividade) e Córrego Fundo (Brejnho de Nazaré) recebem orientações de manejo em projetos de apicultura, policultura e horta comunitária. “O projeto iniciado em 2011 visa plantar 150 hectares de mandioca, feijão de corda e abóbora nas oito comunidades atendidas”, afirma o técnico agropecuário da Setas, Milton Gomes da Rocha.

O projeto, resultado de um convênio firmado entre governo do Estado e o Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, tem como objetivo melhorar a qualidade da alimentação das comunidades quilombolas ao providenciar toda a infraestrutura necessária para plantação da lavoura. “Fornecemos todo o material para adubagem, irrigação, preparo da terra, telas para cercar, como também as sementes de feijão, abóbora e mudas de mandioca. E as comunidades entram com a contrapartida de calcareação, plantio, tratos culturais e colheita. A produção é voltada para auto-alimentação, mas eles ficam livres para comercializar o excedente”, explica o técnico agropecuário.


Comunidades

Em Arraias, na comunidade de Lagoa da Pedra, o projeto além de beneficiar a comunidade com os resultados do plantio ele agrega conhecimento, como na preparação da terra, conforme relata o presidente da associação de produtores do povoado, Ruimar Antônio Farias. “Plantamos nesta terra há vários anos e acredito que ela estava fraca. Com o projeto pudemos gradear a terra, plantar no período certo e colocar o calcário que reforçou bastante. Mesmo com o rodízio que a gente fazia a terra ficava desgastada e realmente tinha que colocar alguma substância para que ela pudesse produzir mais e com qualidade. Isto ajudou muito na nossa produção”, declara Farias.
Foto: Adalberto Garcia-Setas Fonte: Shara Rezende Postador: surgiu.com (abr)


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