Noticias Esportes Classificados Entretenimento
“O momento da dona Dulce chegará”
Sobre o futuro, Marcelo Miranda não quis adiantar se vai disputar a vaga de senador com Kátia Abreu (PSD)
Postada em: 19/08/2012 ás 09:09:16Atualizada:    19/08/2012 ás 09:37:13 Link:
Publicidades Surgiu-22
Ex-governador peemedebista entrou para valer na campanha de Luana Ribeiro à Prefeitura de Palmas, garantindo que ainda não pensa em seu futuro, mas que sua mulher ainda levará muita alegria à população de Palmas e Tocantins.

O ex-governador Marcelo Mi­randa (PMDB) e sua mulher, Dulce Miran­da, depois da desistência do pré-candidato do PMDB, Eli Borges, decidiram apoiar Luana Ribeiro (PR) para a Prefeitura de Palmas, embora seu partido tenha fechado coligação com o governista Marcelo Lelis (PV) e indicado a su­plente de vereador Cirlene Pu­gliese como vice na chapa. Nega que a decisão de subir no palanque de Luana, em Palmas, e no de Valderez, em Araguaína, seja uma espécie de confronto com o governador Si­queira Campos (PSDB). “Nós torcemos pelo Estado, independentemente de quem está à frente do governo”, garante, destacando que faz uma oposição construtiva.

Uma questão havia ficado no ar, desde o período pré-convenção: por que Dulce não saiu candidata. “O momento da dona Dulce chegará”, responde Marcelo, que acredita ser necessário, agora, incentivar o surgimento de novos líderes no Estado.

Sobre o futuro, Marcelo Miranda não quis adiantar se vai disputar a vaga de senador com Kátia Abreu (PSD). “As discussões, agora, estão nas eleições municipais. Acho que, nas eleições de 2014, quem vai concorrer contra quem, entendo que serão discutidas a partir de 2013”, afirma o ex-governador. Mas deixa claro que, no futuro, a população pode esperar a entrada de dona Dulce no cenário político, não mais como coadjuvante, mas como concorrente a um cargo público, de deputada estadual ou federal ou, até mesmo, de senadora.

O sr. está em palanques diferentes: em Palmas, no da Luana Ribeiro (PR); em A­raguaína, no da Valderez Castelo Branco (PP); em Por­to Nacional, no do Cley­ton Maia (PMDB) e em Pa­raíso, no de Moisés Avelino (PMDB). Dois são do PMDB, e os ou­tros dois, filiados a partidos adversários do seu. Por que es­­sas escolhas?

Primeiro, quero agradecer a oportunidade ao Jornal Op­ção, que sempre manteve as portas abertas para nós. Es­tamos hoje sem mandato, mas procurando participar do processo eleitoral, inclusive das discussões anteriores, enfim, contatando com o Estado, ou­vindo os companheiros sobre o que é melhor para suas cidades, nunca deixando de ouvir a comunidade.

Com respeito a minha decisão de estar no palanque A ou B, quero deixar bem claro que sou do Partido do Movimento Democrático Brasileiro, o PMDB. Se tivemos algumas discordâncias, foi por entender que o momento não seria o melhor pa­ra tomar aquela decisão. E disse isso ao meu partido. Vamos começar por Palmas. Em Pal­mas, tínhamos um pré-candidato a prefeito, o deputado Eli Borges (PMDB), até dois dias antes da convenção. O diretório metropolitano, sob a presidência do senhor Lázaro Qui­rino, decidiu pela saída do de­putado Eli, com a anuência de­le. Até então, ele era o candidato a prefeito. Eu o considero um homem de bem, um ho­mem íntegro, um homem que respeito. Sempre dizia que o candidato do Marcelo Miranda, da dona Dulce (Miranda) e dos demais companheiros seria o deputado Eli Borges. Mas, a partir do momento que ele tomou a decisão de refluir da sua candidatura e o PMDB me­tropolitano — do qual não faço parte, faço parte do estadual, embora já tenhamos participado de reuniões com membros do metropolitano — resolveu coligar com a chapa encabeçada pelo eminente deputado Marcelo Lelis (PV). Não tenho nada contra ele. Agora, não concordei com a coligação e expus o meu ponto de vista pa­ra o PMDB. Eu entendo a decisão e eles passaram a entender, também, o meu posicionamento. Houve a convenção e eu tomei a minha posição. Não para confrontar. Como disse, não concordei, mas respeito a decisão. Acho que a democracia é isso.

O eminente presidente estadual do partido, deputado Júnior Coimbra, baixou uma resolução dando a oportunidade para que conversássemos com outros líderes, pudéssemos nos entender e subir no palanque de outros partidos. Só que, o Marcelo Miranda está subindo em palanques que divergem do partido em Ara­guaína e em Palmas. Em Ara­guaína, é o PP; em Palmas, o PR. O PR é da base do governo federal, junto com o PMDB. Então, eu não vejo como se tivesse fugido da linha (do partido), mas eu respeito o posicionamento do PMDB. E o partido também não tomou nenhuma medida contra a minha posição. Por isso, é que estou muito à vontade para subir no palanque da deputada Luana e da Valderez.

Em Paraíso, como você já colocou, o governador Moisés Avelino é do PMDB, e em Porto, o Cleyton Maia, também é do PMDB. Em vários outros lugares, o PMDB não é cabeça de chapa, mas é vice. Mesmo se estiver fora, nós estamos conversando com os companheiros, porque entendo que a campanha começou agora. Então, com respeito ao partido, continuo pregando que o PMDB é um partido forte, de ideais, mas há casos atípicos, alheios até a vontade da gente. Não concordei, mas prefiro dizer o seguinte: procurei não errar.

Recebi a visita do senador Jo­ão Ribeiro (PR), da sua filha Lu­ana (PR). Não só eles: outros can­didatos também falaram co­nosco, mas a decisão foi de a­poiar, neste processo, justamente a deputada Luana.


Sua escolha por Luana e Valderez não seria uma espécie de confronto com o governado Siqueira Campos (PSDB)?

Não. Por quê? Um está de lá e outro, de cá. Sempre digo: nós torcemos pelo Estado, independentemente de quem está à frente do governo. Se o Estado não der cer­to, perdemos todos nós. Se o Estado der certo, ganhamos todos nós. Sabemos as dificuldades de administrar o Estado. Passamos por lá. Tivemos momentos bons, momentos mais ou menos e momentos em baixa. Com a nossa equipe, a quem não deixo de elogiar, que conosco trabalhou durante sete anos, com afinco, com dedicação, nós tivemos problemas. Isso é natural em qualquer governo.

Agora, com respeito à eleição, não vejo confronto. Entrou numa eleição, você está para ganhar ou para perder. A população vai analisar as ideias e o projeto que o candidato apresentar. Estou torcendo para os meus candidatos ganharem. Da nossa parte, queremos fazer uma campanha limpa, de ideias, debates. Essa é a nossa intenção. Jamais confrontar al­guém. Esse não é o meu estilo. Primeiro, que eu não sou candidato. Tenho certeza de que a nossa candidata aqui, em Palmas, está preparada para o debate com os demais candidatos. Isso é que é o mais importante.

O sr. acredita que o seu apoio à campanha da deputada Luana Ribeiro compense o desgaste causado pelas notícias a respeito dos contatos do prefeito Raul Filho (PT) com o bicheiro Carlinhos Cachoeira e das possíveis irregularidades na contratação da Delta?

Eu, a dona Dulce e os demais companheiros ingressamos na campanha da deputada Luana por entender que ela é valente, determinada. O que vemos, no dia a dia, é que ela entrou para vencer. Ela entrou para discutir, realmente, por que quer ser prefeita da nossa Capital. E nós entramos para somar, para participar de um processo do qual, entendo, não poderíamos ficar fora. Não por ser um processo político. Entendo que a democracia precisa dar oportunidade a novos líderes. É muito importante não só para as prefeituras, mas para as câmaras municipais. Sempre vislumbrei o surgimento de novos líderes aqui, no nosso Estado. Tivemos três governadores até agora, eleitos pelo povo: o atual, Moisés Avelino (PMDB) e eu. Os vices que assumiram também tiveram a sua importância, como o meu substituto, eleito pela Assembleia Legislativa (Carlos Hen­rique Gaguim — PMDB).

Então, quando você fala do prefeito (Raul Filho), ele também tem os seus méritos, foi eleito pela população de Palmas, entendo que ele sabe o que fez ou deixou de fazer, em função até das questões orçamentárias. Quando se é gestor, sabe-se o que vai ter de investir. Já é tudo ‘carimbado’ e o recurso tem que ir para o que está determinado. Toda gestão tem deficiências, en­tão, a gente de que procurar me­lhorar. Os candidatos a prefeito estão apresentando as suas propostas. A população palmense está atenta e vai ter a oportunidade de assistir a propaganda eleitoral e conhecer mais os programas de governo do cada candidato. Mas o mais importante é a sola do sapato, é o corpo a corpo, de quem quer obter uma vitória para administrar o município e o Estado.


O sr. também foi citado algumas vezes em matérias sobre as investigações da Operação Monte Carlo, que apura as atividades do bicheiro Carlinhos Cachoeira. Em algum momento, quando era governador, chegou a contratar empresas ligadas a ele ou teve algum relacionamento com ele?

Isso são páginas viradas, mas eu não vou deixar de responder porque eu vejo tudo isso em função de algumas perseguições. No nosso governo, não tivemos nenhum contato com alguma empresa vinculada a esse senhor. Aí, alguém lembra que tem uma empresa do senhor Rossine (Ayres Guimarães, empresário). Somos amigos de muitos anos e ele é um empreendedor e um empresário bem sucedido. Quando participou de concorrência no nosso governo, até 9 de setembro de 2009, quando deixei o cargo, todas as obras licitadas haviam sido feitas e pagas. Depois dessa data, não posso responder. Tenho certeza de que ele não tinha vínculo nenhum com Goiás, pois o conheço. Depois que sai do governo, mantivemos a nossa amizade, como mantemos até hoje, uma amizade sólida, das nossa famílias, pois o conheço há muitos anos, desde Araguaína. É de uma família respeitada, trabalhadora.

Sobre o telefonema (de Ca­choeira), eu recebo várias ligações até hoje. Em algumas delas, não aparece nem o número. Quando se é congratulado por uma vitória, você fala ‘muito obrigada, conte conosco’. Nada mais. E, depois, ‘ah, o telefone está na agenda’. Eu não tenho culpa se meu telefone está na agenda de alguém. Tenho vários nomes na minha agenda, de governadores, ex-governadores, senadores, deputados, líderes e também de pessoas mais humildes, que estão nos serviços gerais, no dia a dia conosco. Você presenciou, na porta da minha casa, pessoas, desde cedo, querendo falar conosco. Então, são pessoas que nos ligam para cumprimentar, para conversar. Agora, se elas tem algo que desmereça, elas que expliquem por que. Então, estou muito tranquilo. Eu tenho muita fé em Deus e uma educação que vem de berço. Fui governador, fui deputado, fui eleito senador. Tive a oportunidade de conhecer vários países e várias pessoas boas. Agora, se tem aqueles que enfrentam problemas, não posso ser culpado por alguém que saiu da linha. Assim, com respeito a esse caso, acho que é uma página virada.


Por que a dona Dulce não saiu candidata a prefeita?

Mais uma vez, quero dizer que ficou muito feliz, muito orgulhoso, por saber que a dona Dulce é sempre lembrada para participar do processo político no Estado, mas, com mais veemência, em Palmas, pelo trabalho que ela fez no Tocantins e, também, na Ca­pital. Dona Dulce foi citada, sim, para ser a candidata do partido. Sempre fiz as ponderações aos nossos companheiros, sempre cobrando um posicionamento da dona Dulce, o porquê de ela não ser candidata. Sempre digo: o momento certo chegará. O momento da dona Dulce vai chegar. Sou muito agradecido à população de Palmas, aos companheiros de Palmas. Ontem mesmo recebi vários companheiros na nossa casa, onde expliquei por que não foi a dona Dulce. Até antes da convenção, era o deputado Eli Borges. Agora, é a deputada Luana Ribeiro. E a dona Dulce está engajada na campanha da deputada Luana Ribeiro para prefeita. Por isso, quero dizer aos companheiros, mais uma vez, que o momento da dona Dulce chegará. O momento será muito importante, será muito oportuno, e para que ela, até mais amadurecida — a dona Dulce está preparada para qualquer embate, mas eu entendo que, num futuro próximo, ela vai estar mais ainda e levará muita alegria à população de Palmas, à população do To­cantins —, possa discutir um bom projeto para o nos­so Estado.


Com relação ao futuro, o que o sr. pretende fazer?

Meu futuro está vinculado ao presente. Acho que deixar a vida pública não é a minha intenção. Minha intenção é continuar trabalhando, conversando com as pessoas. Não dizendo o que fizemos no passado. O importante nós procuramos fazer, dentro das nossas limitações, como governante e como cidadão.

Estamos vivenciando um momento transitório e eu me considero um opositor construtivo. Fui eleito para ficar na oposição. Quando falo eleito, fui eleito senador. Não tomei posse. É uma oposição construtiva, respeitosa. Nas minhas caminhadas e idas e vindas pelo Estado, sempre levo uma proposta de esperança, uma proposta na qual as pessoas possam entender a importância do Estado, da chegada de novos investidores, da geração de emprego e renda, de ver a infraestrutura melhorar. Então,quanto ao meu futuro, vai depender também das minhas caminhadas, que queremos para o Estado, independentemente do cargo a ser ou não ocupado. Mais importante é saber que o seu vizinho está trabalhando para vencer. Essa é a nossa vontade: que as novas gerações entendam a importância do de­bate no nosso Estado, que o governo federal continue olhando para o Tocantins. Já foi o tempo dos discursos. Nós estamos num momento, agora, de trabalho, de conversar, de sair do interno para o externo, para que o externo entenda a importância do interno. Isso é o que mais penso, isso é o que mais torço.

Toda eleição é importante, mas esta é muito mais. Não os acontecimentos positivos ou negativos. Mais importante é o debate, no dia a dia da comunidade. A nossa juventude tem de entender a importância do Estado e estar vinculada aos encontros importantes do To­cantins, para que as pessoas, até aquelas com mais experiência, saibam que é possível, sim, mudar para melhor.


Que conselho daria ao futuro prefeito de Palmas?

Primeiro, a humildade, a família, e, depois, ao apresentar seu plano de governo, que não o mantenha na gaveta. Que o plano maior seja a população. As obras físicas são importantíssimas, mas a obra humana su­pera qualquer uma. E a discussão, a participação popular, hoje, é fundamental para que a máquina funcione. Mas que o prefeito esteja preparado e saiba a importância do ir buscar. Não ficar atrás da mesa, só assinando papel. O prefeito tem que saber buscar. A praça é de suma importância, o asfalto, a casa, educação, saúde, segurança, meio ambiente. Palmas é uma cidade fantástica. Palmas tem tudo para você fazer. Uma cidade planejada na qual falta muita coisa. Mas hoje nós temos condições de agregar valores em todos os setores. Vejo que o próximo prefeito terá a in­cumbência de fazer muito melhor, não desmerecendo a atual gestão nem o gestor, mas as deficiências precisam ser sanadas. A área da Saúde, sob a batuta do secretário Samuel Bonilha, é um exemplo. Sem desmerecer os médicos, um técnico que se mostrou um administrador de mão cheia. Não precisa ser político à frente de uma pasta. O importante é saber que ali tem um técnico que quer participar do processo. Mesmo sendo um recém-formado, que ele saiba a importância de estar à frente de uma área.

Não é difícil você governar. O importante é você ter uma boa equipe. Quero dizer ao próximo prefeito que escolha uma boa equipe e que seja prefeito de verdade, com a responsabilidade de dar retorno à comunidade.

Esqueça o governador, o homem público, o político, e, como cidadão, faça uma análise do governo estadual.
Reafirmo que sou um torcedor do Estado, independentemente de quem está à frente do governo.


Quais os erros e acertos do atual governo?

O governo precisa deixar de ficar acusando os anteriores. Acho que não é por aí. Você foi eleito, eu acho que tem que olhar para a frente. Se houve erros no passado, fale dos acertos. Ou, se houve er­ros no passado, conserte esses erros, porque a população lhe deu a oportunidade para que o faça. Isso é um fato!

Vários setores estão com deficiência. Há um descontentamento. Se você andar pelo Estado, as rodovias estaduais estão deficientes. Falo por mim, que estou an­dando. Cabe, sim, ao secretário e ao governante ver isso e buscar o por que. Julho é um mês em que as pessoas se deslocam pelo Estado para visitar seus amiliares, saem do Estado. É um mês turístico, são as praias. Todo mundo sentiu as dificuldades, com reportagens de emissoras do Estado expondo as deficiências na infraestrutura.

Nós sabemos que a Saúde é um desafio para qualquer governante. Mas, espera aí, tem bons profissionais. Valorize os bons profissionais, dê oportunidade aos que aqui estão ou mesmo aos que chegam. Olhe o profissional, olhe o ser humano.

Quero, mais uma vez, colocar que as nossas críticas são construtivas. Tem que ir atrás do erro e acertar, consertar. Se você andar no Estado tem essas deficiências que, eu tenho certeza, serão sanadas. Mas não demore, porque a população sofre com isso. Nós torcemos para que as deficiências sejam sanadas, para que a população posse se tranquilizar.


O seu domicílio eleitoral é Araguaína. Por que o sr. nunca transferiu para Palmas?

Tenho meu título em Ara­guaína desde o meu primeiro voto, que foi em Araguaína. É uma decisão pessoal manter assim, mas a dona Dulce, toda a minha família, meus dois filhos, votam em Pal­mas. O Guilherme vai votar pela segunda vez e a minha filha, pela primeira vez. Então, são votos que, tenho certeza, vão substituir bem o do pai.


Em 2014, podemos esperar um confronto entre o sr. e a senadora Kátia Abreu, por uma vaga no Senado?

Eu falo por mim. Ainda não defini. As discussões, agora, estão nas eleições municipais. Acho que, nas eleições de 2014, quem vai concorrer contra quem, entendo que serão discutidas a partir de 2013. Todos tem o direito de concorrer a uma vaga majoritária ou proporcional. Então, eu vejo o futuro com muita tranquilidade. Deus e o povo saberão o nosso destino, a qual cargo vamos concorrer. Entendo a importância de ir às ruas, às praças, ter, mais uma vez, o convívio, como estamos fa­zendo, com os companheiros e companheiras, inclusive felizes com os novos líderes que estão emergindo em Palmas e no Es­tado. Tenho conversado — agora mesmo você presenciou alguns candidatos a vereador que estavam na minha residência — e pedido: apresente um projeto novo, discuta novos projetos, chame os segmentos organizados da sociedade para sentar à mesa e ver o que pensam. Eles são os representantes da sociedade. Ouçam, desde o mais humilde ao mais graduado. O mais importante é isso. Nós, que somos políticos, temos que entender que quem comanda os políticos são as pessoas, são os nossos liderados. Por isso, é que fico muito à vontade, de cabeça erguida, para andar esse Estado e ver e conversar com aqueles companheiros que querem o bem do Tocantins e saber que eles es­tão vislumbrando dias me­lhores no futuro.
Foto: Reprodução Fonte: Célia Bretas Tahan/Jornal Opção Postador: surgiu.com (abr)


Comentarios - Facebook




Comentarios - Surgiu

*De:
*E-mail:
Mensagem
Codigo da Imagem:
Atenção: Os Comentarios aqui publicados são de total responsabilidade
de seus autores e poderão ser excluídos se conterem caráter
pejorativo, ameaças ou ofensas aos visitantes ou ao artista.


No momento não temos nenhum Comentario
cadastrado em nosso banco de dados!

Publicidade

Redes Sociais

Publicidade

Publicidades Surgiu-37

Publicidade