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Desembargadora e filha agridem PM em blitz da Lei Seca na avenida Paulista
As duas foram encaminhadas à Corregedoria da PM e, depois, à delegacia
Postada em: 12/07/2012 ás 15:34:23Atualizada:    12/07/2012 ás 15:34:40 Link:
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Uma desembargadora, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo, e sua filha foram detidas na noite de quarta-feira (11), na avenida Paulista, por policiais militares da Companhia Tática do CPTran (Comando de Policiamento de Trânsito) que realizavam blitz da Lei Seca. Elas se indignaram ao serem convidadas a fazer o teste do bafômetro e chegaram a tentar agredir uma policial.

A desembargadora foi parada na avenida Paulista em frente ao prédio da Fundação Cásper Líbero. Outras duas pessoas estavam no veículo.

Segundo os PMs, a soldado Cláudia se aproximou do carro e solicitou as carteiras de motorista e identidade da filha da mulher. Após entregar os documentos, a condutora ficou indignada ao ser convidada pela policial a realizar o teste do bafômetro. Ela teria usado o fato de ser filha de uma desembargadora para amedrontar a policial. Segundo os policiais, a filha disse à mãe para mostrar para a policial quem era ela.

A desembargadora teria descido no carro e jogado seu documento de identificação contra a policial. Após pegar o documento de volta, a desembargadora tentou deixar o local com a filha, mas os documentos de dela já estavam com os policiais. A filha da desembargadora, na tentativa de recuperar o documento, tentou agredir a policial, mas acabou atingido um colega de trabalho, o 3º sargento Edmilson, que se posicionou na frente da soldado

Os policiais ainda alegaram que as duas outras mulheres que estavam no carro ficaram indignadas com a atitude da desembargadora e sua filha, desceram do carro e pegaram um táxi.



A desembargadora e sua filha foram levadas à Corregedoria da PM e depois ao 78º Distrito Policial. Segundo os policiais, as duas responderão por desacato. Contra a filha também será feito um auto de infração de averiguação de embriaguez, pois ela se recusou a passar pelo bafômetro. Neste caso, a condutora é multada em R$ 957,70, mas não fica impedida de dirigir até a conclusão do inquérito.

A motorista, segundo os policiais, após deixar a Corregedoria, seria encaminhada para o IML para realizar teste clínico de embriaguez ou, então, teste por meio de coleta de sangue, caso concorde em retirá-lo.
Foto: Divulgação Fonte: R7 Postador: Bruno Araújo


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