Podemos perceber que ambos julgaram, que o cristianismo e sua mensagem com o decorrer dos anos perderia a sua relevância.
Deus está morto! essa foi a declaração do filosofo alemão Friedrich Nietzche em 1882, quando discursava em nome de vários intelectuais que acreditavam, que o progresso da ciência levaria um declínio da fé religiosa. O cristianismo vinha ser o principal perdedor.
Com a chegada do ano de 1900 outros pensadores surgiram, como George B. Shaw e H.G. Wells argumentando, que o raiar do século 20 marcaria o fim da fase religiosa da história.
Cinquenta e sete anos se passaram, surge Julian Huxley, primeiro diretor geral da UNESCO, escrevendo, em triunfo antecipado, o seguinte pensamento:
“ Operacionalmente, Deus começa a parecer não um governante, mas um último evanescente sorriso cósmico”. Querendo com isto dizer, que a era do governo de Deus estava desaparecendo, recuando diante do avanço da ciência e do pensamento moderno. (cf. Revista Seleções Dez/1999).
Já em nossos dias atuais surge o musico Zeca Baleiro em artigo na revista Isto É que crentes são “pragas do Egito” e afirma que “Deus está morto” e conclui:
“Com esses questionamentos acerca da fé, me indago: estarei eu sendo um fundamentalista também?”, pergunta Baleiro, para quem a melhor definição para o Deus dos cristãos e muçulmanos é a que o filósofo Nietzsche propôs: “Deus está morto”.
Analizando a declaração de Nietzche, sobre a morte de Deus, os argumentos de Shaw e Wells sobre o fim da fase religiosa no raiar do seculo XX, o pensamento de Huxley sobre o fracasso do governo de Deus e as atuais afirmações do musico Zeca Baleiro.
Podemos perceber que ambos julgaram, que o cristianismo e sua mensagem com o decorrer dos anos perderia a sua relevância. Pois, não poderia satisfazer as necessidades básicas do coração do homem.
Contudo se a nossa maior necessidade tivesse sido informação, Deus teria nos enviado um pedagogo; se tivesse sido de tecnologia, Deus teria nos enviado um cientista em TI; se tivesse sido financeira, Deus teria nos enviado um economista; se tivesse sido de saúde Deus teria nos enviado um médico; se tivesse sido de diversão e entretenimento, Deua teria nos enviado um artista.
Portanto a nossa maior necessidade era de perdão e de resgate do nosso relacionamento com Deus que fora quebrado por Adão e Eva, sendo assim, Deus nos enviou um Salvador - Jesus Cristo seu único filho para morrer numa cruz por nós.
Estamos comermorando mais um natal, o nascimento de Jesus Cristo, enviado como a principal ação misericordiosa de Deus para salvar o homem. E como podemos ver, a realidade é bem diferente.
O cristianismo está bem vivo e forte no pensamento e no coração de cada cristão. E as evidências surgerem que ainda estará florecendo por tempo indeterminado até o soar da ultima trombeta, pois a sua mensagem continuará com a mesma eficácia até sua volta. Nós que estamos vivos podemos concluir: "Deus não está morto"
“Um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome é Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Principe da Paz “ Is. 9:6
Se Nietzche, Shaw, Wells e Huxley e Zeca Baleiro não creram ou aceitaram Jesus Cristo como Senhor e Salvador pessoal, com certeza eles estão eternamente mortos!
E você? Está Morto ou vivo?
Que neste natal você possa receber de Deus o presente da vida eterna: Jesus Cristo como teu senhor e salvador pessoal.
Estes são os votos de toda minha família para você. Em Janeiro estaremos de volta.
Feliz natal e um 2012 de muita paz e realizações.
Sucessos sempre!
Silvio Cintra
Fonte: Rev. Gil Donizete
http://janete-maia.blogspot.com/2011/11/reportagem-zeca-baleiro-x-crentes.html
Foto: Google
Fonte: Silvio Cintra | Rev Gil Donizete
Postador: Silvio Cintra